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João Fonseca e Marcelo Melo conquista título de duplas no Rio Open 

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Após um início de temporada desafiador e marcado por contratempos, o jovem prodígio do tênis brasileiro, João Fonseca, de 19 anos, encontrou motivos para celebrar neste domingo. Ao lado do experiente Marcelo Melo, de 42 anos, Fonseca conquistou o título de duplas do Rio Open 2026, um feito que traz um alívio e um novo fôlego para sua carreira.

A dupla brasileira brilhou na final do torneio ATP 500, superando os alemães Constantin Frantzen e Robin Haase em uma batalha de três sets, com parciais de 4/6, 6/3 e um emocionante 10-8 no match tie-break. A vitória foi selada com um ace potente de Fonseca, um momento de glória que ecoou na quadra e na torcida.

Uma trajetória turbulenta até o título

A conquista das duplas chega em um momento crucial para Fonseca, atualmente o número 38 do ranking mundial da ATP. Seu início de 2026 foi atormentado por problemas físicos e resultados abaixo do esperado. No próprio Rio Open, onde era uma das esperanças locais, o jovem foi eliminado precocemente na chave de simples, perdendo para o peruano Ignacio Buse nas oitavas de final.

Problemas nas costas forçaram Fonseca a desistir dos torneios de Brisbane e Adelaide, visando sua recuperação para o Aberto da Austrália. Contudo, o Grand Slam australiano não foi generoso, com o brasileiro caindo na primeira rodada diante do americano Eliot Spizzirri. A sequência de reveses continuou no ATP 250 de Buenos Aires, um torneio onde ele havia sido campeão em 2025, mas que este ano o viu ser derrotado na estreia pelo chileno Alejandro Tabilo, número 68 do ranking.

Parceria com Melo: um novo capítulo

A união com Marcelo Melo, um dos maiores duplistas da história do tênis brasileiro, provou ser a fórmula ideal para Fonseca reencontrar o caminho das vitórias. A experiência e a calma de Melo complementaram a energia e o talento do jovem, resultando em uma campanha impecável nas duplas e o primeiro título da temporada para Fonseca. Esta conquista no Rio Open não apenas celebra o talento e a resiliência do tenista, mas também acende uma luz de esperança para o restante de sua jornada em 2026.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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