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Palmeiras vence Novorizontino e fica perto do título do Paulistão

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Em uma noite de tensão e emoção na Arena Crefisa Barueri, o Palmeiras deu o passo mais importante rumo ao tetracampeonato consecutivo do Campeonato Paulista. Na partida de ida da grande decisão, disputada na noite desta quarta-feira, o Verdão superou o Novorizontino por 1 a 0, com gol de Flaco López e uma defesa heroica de pênalti do goleiro Carlos Miguel.

O duelo, que marcou o primeiro confronto direto entre as equipes na história das finais do estadual, deixou o time de Abel Ferreira em vantagem confortável para o jogo da volta, no próximo domingo.

Regulamento favorece o Palmeiras

Com o resultado positivo em casa, o Alviverde agora pode até empatar no Estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, para levantar a taça. Qualquer empate ou nova vitória garante o título à equipe palestrina. Para o Novorizontino, a missão é dura: se vencer por um gol de diferença, a decisão será nos pênaltis. Para conquistar o título inédito no tempo normal, o Tigre do Vale precisa de uma vitória por dois ou mais gols de vantagem.

Primeiro tempo

A etapa inicial foi marcada pelo equilíbrio e pela falta de espaços. O Palmeiras controlava a posse de bola, enquanto o Novorizontino apostava nos contragolpes e nas bolas paradas. A primeira chegada dos visitantes foi com Léo Naldi, que arriscou de fora da área, mas Carlos Miguel pegou firme.

O Verdão respondeu aos poucos, até que, aos 34 minutos, a dupla de ataque funcionou. Marlon Freitas lançou na área, Sosa dominou com categoria e rolou para Flaco López. O argentino bateu no canto direito do goleiro Jordi, sem chances de defesa: 1 a 0.

A alegria poderia ter sido maior quatro minutos depois, quando Flaco López deixou Allan cara a cara com o goleiro. O camisa 40 carimbou a trave esquerda, e López, no rebote, pegou torto e mandou para fora.

Quando o primeiro tempo se encaminhava para o fim, o Novorizontino cresceu. Aos 42, aproveitou falha de Andreas Pereira na saída de bola, mas Robson furou na hora do chute. Na sequência, Andreas voltou a errar, e Vinicius Paiva invadiu a área, sendo derrubado por Gómez e Marlon Freitas. Pênalti.

Na cobrança, Robson bateu no meio do gol, e Carlos Miguel brilhou novamente: defendeu com o pé e manteve o placar favorável ao Palmeiras. Nos acréscimos, Andreas tentou se redimir com uma falta na cabeça de Murilo, mas o zagueiro cabeceou para fora.

Segundo tempo: gol anulado e pressão sem sucesso

O Palmeiras voltou do intervalo disposto a matar o jogo. Logo aos seis minutos, Piquerez cobrou falta na área, Gómez cabeceou, e, no rebote, Murilo mandou para as redes. A festa, porém, foi interrompida pelo VAR, que flagrou o capitão palmeirense em impedimento no início da jogada.

O Verdão seguiu no ataque. Aos 16, Piquerez cruzou para Sosa, mas Jordi se antecipou e salvou. Pouco depois, Jhon Arias recebeu na entrada da área e soltou uma bomba por cima do travessão. Khellven também assustou, aos 26, ao finalizar em cima do goleiro após passe de Flaco López.

O Novorizontino, mesmo sem conseguir furar o bloqueio alviverde, tentou levar perigo em bolas paradas. Titi Ortiz assustou em duas oportunidades: primeiro em uma falta direta, depois em um escanteio fechado que quase entrou.

O Palmeiras pressionou até o apito final, mas o placar magro de 1 a 0 refletiu a dificuldade imposta pelo Novorizontino e a noite inspirada de Carlos Miguel.

Ficha técnica da grande decisão

· Jogo de volta: Novorizontino x Palmeiras
· Competição: Campeonato Paulista (Final)
· Data e horário: 8 de março de 2026 (domingo), às 20h30 (de Brasília)
· Local: Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP)

Agora, a decisão fica para o interior. O Palmeiras busca o título para coroar a campanha, e o Novorizontino sonha com uma noite histórica para forçar a disputa de pênaltis ou até mesmo virar o placar e levantar a taça inédita.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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