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“Depois de tantos anos na cozinha, esse reconhecimento é emocionante”, afirma finalista do SuperChef da Educação 2025

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A expectativa é alta entre os classificados para a 3ª etapa do SuperChef da Educação 2025, marcada para o dia 17 de julho, nas sedes das 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs). A competição, promovida pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), valoriza merendeiras e merendeiros da Rede Estadual, destacando a alimentação saudável, o uso de ingredientes regionais e a criatividade na cozinha escolar.

Nesta fase, os três finalistas de cada polo regional terão a missão de preparar suas receitas ao vivo, sob avaliação de jurados externos. Os pratos serão analisados com base em critérios como sabor, apresentação, criatividade e uso de ingredientes da agricultura familiar, fortalecendo o compromisso com a valorização profissional e a segurança alimentar.

A coordenadora de Alimentação Escolar da Seduc, Luana Leão, reforça a importância pedagógica da iniciativa: “O SuperChef vai além da culinária. Ele reconhece os profissionais que estão diariamente na linha de frente da alimentação escolar, incentivando práticas saudáveis e promovendo o bem-estar dos estudantes”.

Entre os participantes, o entusiasmo é evidente. Vilma Ribeiro de Ataídes, da Escola Agenor Ferreira Leão, em Cuiabá, levará para o desafio a receita de lasanha de peixe ao molho branco com brócolis. “Estou apaixonada pelo SuperChef. Depois de tantos anos na cozinha, esse reconhecimento é emocionante. Quero ver todos os colegas na final e mostrar o quanto nosso trabalho importa”, declarou.

Victor Hugo Mota da Costa Viana, da Escola Estadual Prof. José Mendes Martins, também na Capital, apresentará o prato Pacu ao Sol do Cerrado. Segundo ele, “a expectativa é grande para as próximas etapas. Quero surpreender e levar sabor e história em cada desafio. O SuperChef é uma ação transformadora e inspiradora”.

De Primavera do Leste, Rosangela Freitas Dias, da Escola Estadual Monteiro Lobato, é finalista com o escondidinho de carne de panela com mandioca e banana da terra. Ela ressalta: “Estou muito feliz com a classificação. Essa competição mostra a importância do nosso trabalho e como enfrentamos desafios sem abrir mão da qualidade.”

Os primeiros colocados de cada DRE receberão R$ 3.000,00, os segundos, R$ 2.000,00 e os terceiros, R$ 1.000,00. Todos os finalistas ganham certificado de participação e seguem na disputa pela grande final estadual, que ocorrerá em 03 de setembro, em Cuiabá. O SuperChef integra o Plano EducAção 10 anos da Seduc-MT, como uma das 30 políticas públicas que fortalecem a educação integral e a valorização de profissionais da rede.

Fonte: Governo MT – MT

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TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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