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Seduc lança seletivo com vagas para bibliotecários e nutricionistas; inscrições são gratuitas

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (19.1) o Edital nº 001/2026/GS/SEDUC/MT, que trata da abertura de Processo Seletivo Simplificado para o preenchimento de vagas imediatas e formação de cadastro de reserva na carreira de Analista de Desenvolvimento Econômico e Social.

O certame contempla dois perfis profissionais: Bibliotecário e Nutricionista. Para o cargo de Bibliotecário, o edital prevê provimento de vaga imediata, além da formação de cadastro de reserva. Já para Nutricionista, a seleção será destinada exclusivamente à formação de cadastro de reserva.

Os profissionais selecionados poderão atuar nas Diretorias Regionais de Educação, Diretoria Metropolitana de Educação e/ou no Órgão Central da Seduc, conforme a experiência e a formação exigidas.

A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, e o regime jurídico adotado é o de Contrato por Tempo Determinado, conforme a Lei Complementar nº 600, de 19 de dezembro de 2017.

A contratação visa atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, com prazo de início e término previamente estabelecidos. As contribuições previdenciárias serão recolhidas junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O processo seletivo será regido pelo edital, seus anexos, possíveis retificações e editais complementares, com todas as informações, convocações e resultados divulgados no Sistema Estadual de Seleção de Mato Grosso (SIES/MT), acessível pelo endereço eletrônico https://seletivo.seplag.mt.gov.br, além do portal oficial da Seduc.

O acompanhamento das etapas é de responsabilidade exclusiva do candidato, não havendo obrigatoriedade de convocação imediata dos classificados.

De acordo com o edital, o cadastro de reserva garante apenas expectativa de direito à contratação, condicionada à existência de vagas, ao interesse e conveniência da Administração Pública, à ordem de classificação e ao prazo de validade do processo seletivo.

Um dos destaques do certame é que não será cobrada taxa de inscrição. Ao se inscrever, o candidato declara ter pleno conhecimento e aceitar todas as regras do edital, além de confirmar que atende aos requisitos exigidos, que deverão ser comprovados no ato da inscrição.

As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente de forma online, no período definido no cronograma constante do Anexo I do edital, por meio de formulário eletrônico disponível no SIES/MT. Para acessar o sistema, é necessário que o candidato faça previamente o cadastro no MT Login, também pelo endereço https://seletivo.seplag.mt.gov.br.

O edital assegura ainda a reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência, que participarão do processo seletivo em igualdade de condições com os demais candidatos, conforme a legislação vigente.

Mais informações, bem como o edital completo, podem ser consultadas nos canais oficiais da IOMAT e na página oficial do processo seletivo.

Cronograma

Publicação do edital: 19/1/2025.

Período de impugnação do edital: 20/1/2026 à 21/1/2026.

Resultado da impugnação ao edital: 23/1/2026.

Período de inscrição e Envio da documentação para avaliação dos Títulos e Experiência profissional e solicitação de cota de PcD: 28/1/2026 até às 23h59 do dia 6/2/2026.

Período de Análise das Inscrições: 9/2/2026 a 13/2/2026.

Divulgação preliminar do resultado das inscrições e avaliação de títulos e experiência: 13/2/2026 à partir das 17h.

Recursos contra o Resultado Preliminar da avaliação de títulos e de experiência: A partir das 14h 18/2/2026 até às 14h do dia 20/2/2026.

Divulgação do Resultado Final de títulos e de experiência: 24/2/2026.

Homologação do Resultado Final: 24/2/2026.

Convocação: 25/2/2026.

Confira edital no anexo.

Fonte: Governo MT – MT

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Vacina disponível, proteção possível: Sorriso precisa aderir já

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Sorriso vive um momento decisivo na campanha de vacinação contra a gripe. As doses estão disponíveis, as equipes de saúde estão mobilizadas, mutirões vêm sendo organizados — há, portanto, um esforço concreto e contínuo do poder público para ampliar a cobertura vacinal. Ainda assim, os números revelam um desafio: apenas cerca de 15% do grupo prioritário foi vacinado até o momento.Esse dado não deve ser lido como falha isolada, mas como um sinal de alerta que exige corresponsabilidade.A vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde é atualizada anualmente e protege contra os principais vírus da influenza em circulação — H1N1, H3N2 e influenza B. Mais do que reduzir casos leves, ela cumpre um papel essencial: evitar agravamentos, internações e mortes, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.E aqui está o ponto central: a gripe não é uma doença trivial.Em determinadas situações, ela evolui para quadros graves, com complicações como pneumonia, desidratação e descompensação de doenças crônicas. No Brasil, todos os anos, a influenza está associada a centenas de internações e a um número expressivo de óbitos, especialmente entre idosos e pessoas com comorbidades.Ou seja, quando a adesão vacinal é baixa, não se trata apenas de um número aquém da meta — trata-se de uma janela aberta para o agravamento de casos que poderiam ser evitados.Diante disso, é preciso reconhecer: o sistema de saúde tem feito sua parte. Mas a vacinação não se sustenta apenas na oferta — depende da adesão.E adesão se constrói com envolvimento.As famílias têm um papel decisivo. Levar um idoso ao posto, garantir que uma criança seja vacinada, orientar alguém com doença crônica — são gestos simples, mas que fazem diferença concreta nos indicadores de saúde.A sociedade também precisa assumir protagonismo. Informação de qualidade, combate à desinformação e incentivo ao cuidado coletivo são elementos que ultrapassam o espaço das unidades de saúde.Mas há um ponto ainda mais relevante: a resposta precisa ser intersetorial.O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) podem intensificar as ações destinadas a mobilizar a comunidade. São estruturas que conhecem o território, mantêm contato direto com famílias em situação de vulnerabilidade e têm capacidade de identificar, orientar e ajudar a encaminhar quem ainda não se vacinou. Sua atuação pode ser decisiva para alcançar exatamente aqueles que mais precisam da proteção.A rede de educação pode atuar como multiplicadora de informação e mobilização, envolvendo professores, alunos e famílias.As áreas de esporte e cultura, por sua capilaridade e proximidade com a população, podem incorporar a pauta da vacinação em suas atividades e eventos.As lideranças religiosas, por sua vez, ocupam um lugar singular de confiança social. Igrejas, templos e comunidades de fé alcançam pessoas onde muitas vezes o Estado não chega com a mesma força. Podem orientar, incentivar e engajar, transformando a vacinação em um compromisso com o cuidado da vida.A comunicação institucional precisa ser clara, direta e insistente — não apenas informando, mas convocando.E as lideranças comunitárias e associativas também podem desempenhar papel decisivo ao reforçar a importância da imunização em seus espaços de influência. Os Presidentes das associações de moradores podem ajudar muito nesse sentido!É importante destacar que a vacina já está disponível em todas as unidades básicas de saúde do município. Ainda assim, para ampliar o acesso e incentivar a adesão, será realizado um novo mutirão neste sábado, dia 25. Três unidades estarão abertas no período da tarde, das 15h às 17h: os postos de saúde dos bairros Mário Raiter, Jardim Amazonas e União.Além disso, no próprio sábado, das 7h às 11h, a vacinação também estará disponível no Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI), localizado na Rua Criciúma, nº 165, bairro Centro-Sul, ao lado do Fórum de Sorriso — uma oportunidade especialmente relevante para facilitar o acesso da população idosa.O mutirão é uma medida acertada. Mas, mais do que um evento pontual, ele precisa ser compreendido como parte de um movimento maior: transformar disponibilidade em acesso real, e acesso em adesão efetiva.No fim, a equação é simples.Vacina disponível + mobilização social = proteção ampliada.Sem essa soma, o esforço público perde alcance. Com ela, a cidade ganha em saúde, reduz internações, evita complicações e protege quem mais precisa.Sorriso já deu o primeiro passo, com uma rede de saúde atuante e comprometida. Agora, é hora de dar o passo seguinte: engajar famílias, instituições e toda a sociedade nessa agenda comum.Vacinar é um ato de cuidado individual. Mas, sobretudo, é uma decisão que protege o coletivo.E cidades que se mobilizam juntas, salvam vidas!Márcio Florestan Berestinas é promotor de Justiça do MPMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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