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FICCO-ILHÉUS apreende armas, drogas e munições durante operação integrada em Aurelino Leal

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Ilhéus/BA. Uma operação integrada das Forças de Segurança resultou na apreensão de armamento, drogas e munições, na manhã da última sexta-feira (29/8), no distrito de Laje do Banco, zona rural de Aurelino Leal. A ação fez parte da Operação Lealdade e contou com a atuação conjunta da FICCO/Ilhéus, Rondesp Sul, 61ª CIPM, CIPRv/Itabuna e Polícia Civil/BA.

Ao chegarem ao local para o cumprimento de mandados de prisão, as equipes foram recebidas por indivíduos armados, que dispararam contra os policiais. No confronto, dois suspeitos foram atingidos, socorridos imediatamente ao hospital da região, mas não resistiram. No local, os policiais encontraram duas pistolas calibre 9mm, três carregadores, 67 munições, um tablete de maconha, mil pinos utilizados para acondicionar cocaína, roupas camufladas, facões, balança de precisão, cadernos de anotações, além de outros objetos ligados à prática criminosa.

Todo o material apreendido foi apresentado na Delegacia Territorial de Aurelino Leal, onde a ocorrência foi formalizada para as medidas legais.

A FICCO/Ilhéus é composta por representantes da Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Polícia Civil da Bahia, Polícia Militar da Bahia, e reforça o compromisso das forças de segurança no enfrentamento à criminalidade e na preservação da ordem pública em toda a região sul da Bahia.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia 
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Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova diretrizes para diagnóstico precoce de autismo em crianças

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar ações para identificar sinais de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças com idades entre 16 e 30 meses. O objetivo é garantir que essas crianças recebam avaliação de especialistas e acompanhamento adequado o mais cedo possível.

A proposta altera a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA e prevê que a identificação precoce seja feita por meio de procedimento padronizado e validado pela comunidade científica.

Se os sinais de risco forem identificados, a criança deve ser encaminhada para avaliação diagnóstica por uma equipe multiprofissional especializada e ter acesso imediato ao cuidado necessário.

A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), para o Projeto de Lei 2063/25, do deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO). Enquanto o projeto previa a criação de uma lei autônoma, o substitutivo inclui as novas diretrizes diretamente na política nacional.

Idade limite
Outra mudança passa a prever um limite de idade para a triagem obrigatória. “No Brasil, recomenda-se o rastreio de sinais de TEA entre 16 e 30 meses na atenção primária, como parte do acompanhamento do desenvolvimento infantil”, destacou a relatora.

A Caderneta da Criança, do Ministério da Saúde, desde a 7ª edição (2024), já inclui o teste M-CHAT-R, traduzido e validado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. “Trata-se de instrumento de triagem, não de diagnóstico definitivo”, destacou a relatora.

Equipe multiprofissional
O substitutivo também deixa claro que as ações devem considerar a saúde, o comportamento e o ambiente da criança e ser feitas por uma equipe multiprofissional.

Também estão previstas ações de capacitação para profissionais da saúde, educação e assistência social. Além disso, o texto inclui campanhas para informar a população sobre os sinais precoces do autismo.

O texto assegura ainda que os pais ou responsáveis recebam informações claras e participem de todas as decisões sobre o cuidado da criança.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

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