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PF e BPFron apreendem cigarros contrabandeados no Paraná

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Mercedes/PR. Nesta terça-feira (30/9), durante a Operação Protetor, a Polícia Federal e o Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON/PMPR) realizavam patrulhamento ostensivo na área rural de Mercedes/PR, quando avistaram três veículos em alta velocidade. Ao tentar abordá-los, os condutores empreenderam fuga, realizando manobras perigosas que colocaram em risco a equipe policial e terceiros.

Durante a perseguição, um dos veículos perdeu o controle em uma curva e capotou. No local, foram encontradas diversas caixas de cigarros de origem estrangeira, caracterizando contrabando. O motorista tentou fugir, mas foi alcançado e preso pelos policiais. Posteriormente, constatou-se que o veículo possuía alerta de furto/roubo.

Ao todo, foram apreendidas cerca de 30 caixas de cigarros contrabandeados e um rádio comunicador, resultando em um prejuízo estimado em R$ 427.600 ao crime organizado da região.

O preso, o veículo e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Guaíra/PR para as providências cabíveis.

A ação reforça o compromisso das forças de segurança pública no combate ao crime organizado, contribuindo para a segurança da comunidade e para o enfraquecimento das redes criminosas que atuam na fronteira.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Disque denúncia: (45) 98824-6579
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova projeto que cria incentivos para o comércio de produtos da Amazônia

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A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Programa de Valorização e Promoção dos Produtos Amazônicos para incentivar a comercialização, a industrialização e o consumo sustentável de produtos originários da Amazônia Legal.

A proposta facilita o acesso a empréstimos e reduz impostos para as empresas e cooperativas participantes. Elas também terão apoio do governo para divulgar suas marcas no Brasil e no exterior, além de receberem um selo oficial para comprovar que produzem de forma sustentável.

O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), ao Projeto de Lei 6153/25, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM).

O projeto original previa benefícios apenas para empresas públicas e privadas. A relatora alterou o texto para garantir que as cooperativas e os pequenos negócios de indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares também recebam os incentivos do governo.

“O potencial produtivo dos povos amazônicos permanece largamente subutilizado, não por falta de capacidade, mas por ausência de políticas públicas que articulem inclusão produtiva, acesso a mercados e proteção de direitos”, argumentou a deputada.

Para fazer parte do programa, o projeto prevê as seguintes obrigações:

  • Rastreabilidade: A empresa deverá identificar de quais comunidades os produtos fornecidos foram comprados.
  • Comércio justo: O projeto exige a remuneração adequada aos produtores originários e a repartição justa dos lucros.
  • Respeito cultural: Fica proibido usar grafismos, saberes tradicionais ou expressões culturais para vender produtos sem o consentimento livre e informado da comunidade de origem.

Certificação simplificada
Pela proposta, o governo deverá criar mecanismos simplificados para que as comunidades comprovem a origem amazônica dos seus produtos. Uma declaração da própria comunidade produtora, por exemplo, poderá ser aceita para a adesão ao programa.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

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