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PF, PC, PM e Marinha apreendem veículos com drogas no Rio Paraná em Foz do Iguaçu

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Foz do Iguaçu/PR. Em ação conjunta entre a Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Marinha do Brasil, foi apreendido, na noite dessa terça-feira (16/9), um veículo carregado com dezenas de fardos de maconha, após sair de trilha às margens do Rio Paraná, em Foz do Iguaçu.

Equipes que realizavam patrulhas na região próxima ao Rio Paraná, identificaram movimentação suspeita de indivíduos em uma das trilha de acesso à margem do rio. Na aproximação da equipe policial para verificação, foi avistado veículo saindo da área, o qual passou a ser acompanhado, até ser abandonado pelo condutor.

Em verificação no veículo, foi constatada a presença do entorpecente no bagageiro, contendo dezenas de fardos de maconha, pesando 313,7 kg. O veículo e a droga apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu para os procedimentos cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
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Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova diretrizes para diagnóstico precoce de autismo em crianças

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar ações para identificar sinais de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças com idades entre 16 e 30 meses. O objetivo é garantir que essas crianças recebam avaliação de especialistas e acompanhamento adequado o mais cedo possível.

A proposta altera a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA e prevê que a identificação precoce seja feita por meio de procedimento padronizado e validado pela comunidade científica.

Se os sinais de risco forem identificados, a criança deve ser encaminhada para avaliação diagnóstica por uma equipe multiprofissional especializada e ter acesso imediato ao cuidado necessário.

A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), para o Projeto de Lei 2063/25, do deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO). Enquanto o projeto previa a criação de uma lei autônoma, o substitutivo inclui as novas diretrizes diretamente na política nacional.

Idade limite
Outra mudança passa a prever um limite de idade para a triagem obrigatória. “No Brasil, recomenda-se o rastreio de sinais de TEA entre 16 e 30 meses na atenção primária, como parte do acompanhamento do desenvolvimento infantil”, destacou a relatora.

A Caderneta da Criança, do Ministério da Saúde, desde a 7ª edição (2024), já inclui o teste M-CHAT-R, traduzido e validado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. “Trata-se de instrumento de triagem, não de diagnóstico definitivo”, destacou a relatora.

Equipe multiprofissional
O substitutivo também deixa claro que as ações devem considerar a saúde, o comportamento e o ambiente da criança e ser feitas por uma equipe multiprofissional.

Também estão previstas ações de capacitação para profissionais da saúde, educação e assistência social. Além disso, o texto inclui campanhas para informar a população sobre os sinais precoces do autismo.

O texto assegura ainda que os pais ou responsáveis recebam informações claras e participem de todas as decisões sobre o cuidado da criança.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

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