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Portugal extradita brasileiro procurado pela Justiça por tráfico de drogas

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Belo Horizonte/MG. A Polícia Federal participou, nesta segunda-feira (22/12), da extradição de um brasileiro procurado pela Justiça de Minas Gerais pelo crime de tráfico de drogas.

O foragido foi localizado e preso em Portugal pela Polícia Judiciária daquele país, em cumprimento a difusão vermelha da Interpol, resultado da cooperação internacional entre as autoridades brasileiras e portuguesas.

Contra o indivíduo havia mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Penais, de Precatórias Criminais e do Tribunal do Júri da Comarca de Ipatinga/MG, o que fundamentou o pedido formal de extradição.

O crime ocorreu em maio de 2019, no município de Ipatinga/MG, quando o investigado foi flagrado transportando entorpecentes com finalidade de tráfico ilícito.

O extraditado desembarcou no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins/MG, escoltado por policiais federais. Após a realização de exame de corpo de delito, ele será encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
www.gov.br/pf
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@pfminasgerais

Fonte: Polícia Federal

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Comissões debatem política nacional de atenção às imunodeficiências primárias; participe

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As Comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; e de Educação da Câmara dos Deputados realizam, nesta quinta-feira (23), audiência pública para discutir a criação de uma política nacional de atenção integral às imunodeficiências primárias.

As imunodeficiências primárias referem-se ao grupo de doenças genéticas e hereditárias que afetam o desenvolvimento ou o funcionamento do sistema imunológico.

A reunião será realizada no plenário 9, às 14 horas.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela é autora do Projeto de Lei 1778/20, que prevê a implementação dessa política nacional, com foco no diagnóstico precoce, no acesso ao tratamento e no fortalecimento da rede de atenção especializada.

A parlamentar ressalta que milhares de brasileiros convivem com doenças genéticas raras, muitas vezes sem diagnóstico ou com diagnóstico tardio, o que pode agravar o quadro clínico e dificultar o tratamento adequado.

Da Redação – MO

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