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Foragido por estupro de enteado no Tocantins é preso pela Polícia Civil em Vila Rica

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Um homem foragido do estado de Tocantins pelo crime de estupro de vulnerável teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na tarde desta quinta-feira (11.9), após ser localizado na cidade de Vila Rica.

A prisão do procurado ocorreu em ação realizada pelos policiais da Delegacia Regional de Vila Rica, Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), com apoio da Delegacia de Apoio a Vulneráveis, da Polícia Civil de Tocantins e Polícia Federal de Redenção, estado do Pará.

O suspeito estava com a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça em razão de abuso sexual praticado contra sua enteada de apenas 7 anos de idade, entre os anos de 2016 e 2017.

Segundo informações, o padrasto aproveitava o período noturno para entrar no quarto da menor e praticar os abusos. Para não ser descoberto, o suspeito ameaçava a vítima, dizendo que caso contasse para alguém, mataria sua mãe e seus irmãos.

Após troca de informações, entre as Polícias Civis de Tocantins e de Mato Grosso e da Polícia Federal do Pará, foi possível chegar ao paradeiro do suspeito na cidade de Vila Rica. Com base nas informações, a equipe da Polícia Civil do município realizou diligências conseguindo localizar o procurado e dar cumprimento à ordem judicial.

A prisão integra os trabalhos da operação Amón foi deflagrada pelo Núcleo de Inteligência da Regional de Vila Rica com objetivo de localizar e dar cumprimento a mandado de prisão contra foragidos da Justiça.

O nome da operação, Amón vem do grego e tem o significado de “oculto”, “escondido”.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bebê recém-nascida é encontrada sem vida em lixeira de condomínio em VG

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A ocorrência registrada na manhã desta quinta-feira (23), no bairro Nova Várzea Grande, ganhou novos desdobramentos. O feto encontrado dentro de uma lixeira é de uma menina e, segundo as equipes que atuam no atendimento da ocorrência, estava totalmente formado, com cabelos e o cordão umbilical ainda preso ao corpo.

Os coletores de lixo que localizaram o feto ficaram profundamente abalados com a situação e acionaram a Polícia Militar. Conforme as primeiras avaliações realizadas no local, existem indícios de que o descarte tenha ocorrido poucas horas antes da localização.

De acordo com informações preliminares repassadas pelas equipes que acompanham a ocorrência, o corpo ainda apresentava sangue e características compatíveis com um parto muito recente. Esses indícios, no entanto, deverão ser confirmados ou descartados por meio dos exames periciais realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O local permanece isolado para os trabalhos de investigação. Equipes da Polícia Militar, da Politec e da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realizam os levantamentos periciais e a coleta de informações que possam esclarecer as circunstâncias do caso.

A Polícia Civil também trabalha para obter imagens de câmeras de segurança da região e reunir outros elementos que permitam identificar quem abandonou o feto na lixeira.

A ocorrência segue em andamento e, até o momento, a identidade da mãe e as circunstâncias que levaram ao abandono do corpo ainda não foram esclarecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil, que aguarda os laudos periciais para definir a dinâmica dos fatos e as eventuais responsabilidades criminais.

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