Polícia
Força Tática prende faccionado com tabletes de maconha e porções de cocaína
Polícia
Policiais militares da Força Tática do 14º Comando Regional prenderam um homem faccionado, de 32 anos, por tráfico ilícito de drogas, no final da noite deste sábado (20.12), em Nova Mutum. Com o suspeito, foram apreendidos três tabletes de substância análoga a maconha e mais de 80 porções de cocaína.
Durante patrulhamento tático pela Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática encontrou um homem em suspeita, na frente de um bar, que tentou fugir do local ao ver as viaturas policiais jogando um pacote no chão.
Rapidamente, os policiais fizeram acompanhamento e abordagem ao homem e recolheram o pacote jogado por ele, que estava com pinos contendo cocaína. Questionado pela PM, o suspeito confessou ser o dono do entorpecente e que estava naquele local aguardando o comprador daquela droga.
Ainda para os militares, o criminoso afirmou ser membro de uma facção criminosa e que realizava o tráfico de drogas a mando dos faccionados. Ele ainda revelou que morava em uma residência na mesma região, onde havia mais quantidades de drogas guardadas.
Os policiais seguiram para o endereço informado pelo homem e logo constataram o forte odor característico de entorpecente vindo da casa. No interior do imóvel, os militares encontraram e apreenderam três tabletes de maconha e mais porções de cocaína, além de balanças de precisão e embalagens para as drogas.
O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia de Nova Mutum, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais procedimentos.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Polícia Civil deflagra operação e desmantela grupo criminoso ligado a facção em Cuiabá
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Gerente Fantasma para desarticular um grupo criminoso com atuação em diversos crimes na capital mato-grossense.
Equipes da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) cumprem 27 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo nove mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros no montante de R$ 200 mil.
A investigação identificou a existência de um grupo criminoso estruturado, com vínculos com uma facção criminosa e atuação simultânea nos crimes de tráfico de drogas, estelionatos digitais por meio de plataformas de compra e venda online e na lavagem do produto das atividades criminosas.
Um dos aspectos mais reveladores do caso é o papel exercido pelo principal investigado, apontado como líder do grupo, que, mesmo recolhido em unidade prisional, atuava como gestor financeiro do grupo criminoso, coordenando semanalmente a arrecadação e a distribuição dos lucros entre os integrantes do grupo.
Apenas na primeira semana de novembro de 2023, o lucro apurado com os golpes digitais alcançou R$ 105.900. A investigação revelou ainda o comércio de diversas substâncias entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, skunk (conhecido como supermaconha) e cocaína refinada, além do controle territorial sobre pontos de venda em múltiplos bairros de Cuiabá.
“Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo criminoso empregava técnicas sofisticadas de ocultação patrimonial, fragmentação de transferências entre múltiplas contas bancárias, utilização de contas de terceiros como pessoas interpostas e uso de empresas registradas em nome de familiares dos principais investigados”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação da Operação Gerente Fantasma.
Foram identificadas movimentações financeiras expressivas em contas de integrantes do grupo. Somente em novembro de 2023, o grupo movimentou mais de R$ 200 mil, valores incompatíveis com qualquer atividade econômica lícita declarada.
As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso promovia distribuição de cestas básicas à comunidade e organizava eventos esportivos, extraindo lucros adicionais da comercialização de bebidas alcoólicas nos eventos — mecanismos utilizados para construir influência local e dificultar denúncias.
Operação Pharus
A Operação Gerente Fantasma integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Renorcrim
A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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