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“PM trabalha de forma científica para combater o crime em MT”, afirma comandante-geral

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Fernando Tinoco, afirmou, durante entrevista para o Jornal da Nova, que a corporação passou a usar a metodologias científicas e estatísticas para combater a criminalidade no Estado.

“Nós trabalhamos em cima de dados estatísticos para combater as manchas criminais nas cidades, e esse é um marco do programa Tolerância Zero, de trabalhar forma mais científica. Antes, a PM trabalhava de uma forma muito reativa. Hoje, procuramos essas manchas criminais dentro das cidades e posto os policiais nesses locais para antecipar ou prevenir a ocorrência de um crime. Isso é o desenvolvimento de uma polícia cada dia mais eficiente”, destacou nesta quinta-feira (28.8).

Com o uso dessas metodologias e análise de estatística, a Polícia Militar contribuiu para reduzir, pelo programa Tolerância Zero, em 23,5% os crimes de homicídios em todo o Estado. Além disso, aumentaram as apreensões de drogas em 125,8% e também as prisões em por tráfico em 28,8%. Crimes como roubos e furtos também caíram 23,7% e 2,2%, respectivamente.

“É como se nós recuássemos e tivéssemos os índices de dez anos atrás. A população de Mato Grosso cresceu muito de dez anos para cá. Mesmo assim, com o programa do Tolerância Zero, as forças de segurança conseguiram levar a uma condição de qualidade de segurança com índices que não eram vistos há uma década”, avaliou o comandante-geral.

O coronel PM Fernando Tinoco também destacou o trabalho integrado com as outras forças de segurança para a redução dos crimes pelo programa Tolerância Zero. Dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) apontam que as ações conjuntas entre as forças de segurança aumentaram 32% entre janeiro e julho deste ano.

“As ações integradas são um marco da operação Tolerância Zero. O governador nos orienta muito que uma instituição sozinha não consegue trazer eficiência completa no ciclo de atendimento à população, e o Tolerância vem trazer justamente isso: ações integradas que trazem um respaldo e uma eficiência muito maior. Hoje, a Polícia Militar realiza um trabalho muito eficiente com a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e a Politec, com o objetivo de trazer resultados mais positivos para a população”, concluiu.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil mira grupo criminoso que aplicou golpe e subtraiu R$ 1 milhão de vítima em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Alquimia, para cumprir 18 mandados judiciais contra integrantes de um grupo criminoso que aplicou um golpe de R$ 1 milhão em uma vítima moradora de Primavera do Leste.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste apura os crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro, organização criminosa e outros crimes patrimoniais correlatos.


Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, sequestro de valores, imóveis e veículos, e indisponibilidade de valores, contra os alvos nas cidades de Brasília (DF), Goiânia (GO) e Rio Verde (GO). As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo de Rondonópolis.

Investigação

As investigações da Delegacia de Primavera do Leste apontaram que os suspeitos planejavam as ações criminosas escolhendo uma vítima com alto poder aquisitivo. Em seguida, um dos membros se aproximava da vítima para ganhar a sua confiança, aplicava o golpe e subtraía quantias em dinheiro.

Um dos golpes foi cometido contra uma vítima de Primavera do Leste. Foi subtraído o valor de R$ 1 milhão em espécie da vítima, mediante fraude planejada e executada de forma coordenada pelos integrantes do grupo, com divisão de tarefas.

Conforme o delegado Honório Gonçalves dos Anjos Neto, após subtrair a quantia, o grupo agia de forma articulada e empregava mecanismos de dissimulação, com estratégias para dificultar tanto a identificação dos envolvidos quanto o rastreamento de provas e de patrimônio supostamente vinculado às práticas criminosas.

“Os elementos reunidos no inquérito apontam que a ação foi desenvolvida em etapas, com criação de vínculo de confiança, encenação destinada a conferir credibilidade ao golpe e posterior subtração. Os criminosos cometeram o mesmo golpe em, pelo menos, quatro vítimas de outros estados da Federação”, destacou o delegado.

Após o cumprimento dos mandados, as investigações prosseguem para o completo esclarecimento do golpe e eventual identificação de outros envolvidos.

Integração

As ordens judiciais são cumpridas pelos policiais civis das delegacias da Regional de Primavera do Leste, com apoio das Polícias Civis de Goiás e do Distrito Federal.

No Estado de Goiás, a operação contou com o apoio do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) de Rio Verde e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Goiânia.

Em Brasília, a ação contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do Distrito Federal.

Nome da operação

“Alquimia” faz referência ao núcleo da fraude investigada, marcado pela falsa promessa de transformação e multiplicação de valores, em alusão à ideia de transmutação historicamente associada à alquimia.

Operação Pharus

A Operação Alquimia integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

A ação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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