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FICCO/ES prende foragida envolvida com organização criminosa no norte do estado

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Nova Venécia/ES. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Espírito Santo (FICCO/ES) prendeu, na manhã desta terça-feira (8/7), em Nova Venécia, uma mulher foragida da Justiça.

Ela era a última procurada da operação deflagrada em maio deste ano contra uma organização criminosa com atuação em tráfico de drogas, comércio ilegal de armas, lavagem de dinheiro e segurança privada clandestina armada nas regiões de Viana e Cariacica.

A investigada estava escondida em um sítio na zona rural do município. Ela já havia sido presa anteriormente por envolvimento em um assalto milionário em Vila Velha/ES e descumpriu medidas cautelares impostas pelo Poder Judiciário, passando à condição de foragida.

De acordo com as investigações, mesmo com o principal líder preso, o grupo criminoso mantinha as atividades com apoio de familiares e advogados que atuavam como intermediários, repassando ordens e gerenciando ativos ilícitos.

A prisão marca o encerramento da fase de cumprimento de mandados da operação. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e atuação irregular na área de segurança privada.

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
[email protected] 
@pfespiritosanto

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova campanha sobre o uso equilibrado de tecnologias digitais

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a campanha Abril Roxo, destinada à conscientização sobre o uso equilibrado e responsável das tecnologias digitais.

O texto prevê ações nacionais a serem promovidas pelo poder público durante o mês de abril com o objetivo de divulgar informações sobre as consequências do uso excessivo dessas tecnologias e de estimular sua utilização ética e segura.

Foi aprovada a versão da Comissão de Educação para o Projeto de Lei 3354/23, do deputado Pedro Uczai (PT-SC), e seu apensado, PL 3360/23.

Ações
As ações a serem realizadas deverão levar em consideração a proteção à criança e ao adolescente e poderão incluir:

  • palestras, debates e seminários sobre os efeitos do uso excessivo da tecnologia na saúde mental, física e emocional dos indivíduos;
  • capacitação de profissionais de educação e de saúde;
  • atividades de lazer sem o uso de dispositivos eletrônicos;
  • divulgação de materiais informativos sobre o uso consciente da tecnologia e os benefícios da interação social que dispense o uso de dispositivos digitais;
  • campanhas nos meios de comunicação; e
  • criação de canais de atendimento para pessoas com problemas relacionados ao uso imoderado da tecnologia.

A relatora, deputada Ana Pimentel (PT-MG), afirmou que o texto organiza de forma clara as ações a serem desenvolvidas, com atividades educativas, capacitação de profissionais de saúde e educação, entre outras medidas. “Estratégias de educação em saúde e comunicação social constituem instrumentos reconhecidos para a prevenção de agravos e promoção de comportamentos saudáveis, especialmente em temas relacionados à saúde mental e hábitos de vida”, disse.

Cerca de 95% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país, ou seja, 25 milhões de crianças e adolescentes, com acesso predominantemente por telefone celular e uso intensivo de plataformas digitais, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil de 2025 citada por Pimentel.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Roberto Seabra

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