Mato Grosso

Defesa Civil de MT faz mapeamento de áreas de risco em Barra do Garças

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A Defesa Civil de Mato Grosso realizou o mapeamento de áreas de risco no município de Barra do Garças, entre os dias 4 e 11 de novembro, em apoio à Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil.

A ação teve como objetivo identificar, caracterizar e georreferenciar as áreas suscetíveis a desastres naturais, como enchentes, deslizamentos e inundações.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Barra do Garças, Jhonatan Conceição dos Santos, o relatório da atividade vai subsidiar o planejamento urbano e o fortalecimento da gestão municipal de riscos com ações de prevenção.

“Esse trabalho é fundamental para identificarmos as áreas mais vulneráveis do município e sabermos os pontos de atenção em caso de desastres, e poderemos incluir essa população em ações sociais. O mapeamento também vai servir para atualizarmos o plano de contingência do município”, afirmou o coordenador municipal.

A atividade de mapeamento envolve reuniões de alinhamento, vistorias em campo, análises geotécnicas, entrevistas com moradores e levantamento dos históricos de ocorrências. Ainda, a análise da vulnerabilidade do município e a capacidade de resposta em caso de desastres, e conta com apoio de tecnologias como imagens de satélite, drones e sistemas georreferenciados.

O mapeamento levou em consideração fatores como características geotécnicas e hidrológicas, tipo de ocupação, histórico de ocorrências e vulnerabilidade das edificações.

Fortalecimento da Rede de Proteção e Defesa Civil

A atividade no município faz parte de uma série de ações estratégicas da Defesa Civil voltadas ao fortalecimento da rede de proteção e defesa civil em todo o Estado.

Neste ano, a ação já foi realizada nos municípios de Salto do Céu, Rio Branco, Tangará da Serra, Poxoréu, Cáceres, Porto Esperidião, São José do Rio Claro, Alto Taquari, Pedra Preta, Nortelândia, Rosário Oeste, Barra do Bugres e Itiquira.

Os municípios também estão sendo orientados a construir o Plano de Contingência municipal, fundamental para prevenir desastres e dar respostas rápidas em caso de emergências.

Fonte: Governo MT – MT

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Webinar sobre saúde indígena busca soluções para gargalos no atendimento

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Cartaz com fundo escuro e detalhes em vermelho traz o rosto de uma pessoa indígena e o texto destacado: “Saúde Indígena e Território: o corpo-terra sob ataque” é o tema da palestra desta quinta-feira (11/06) do webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas”, realizado pelo Ministério Público de Mato Grosso e transmitido pelo canal do MPE/MT no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCOipaKaB_vmVsz2PwhMWy7g).

A palestrante é a doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio doutoral na Universidad Complutense de Madrid, Haya Del Bel, que participa do debate ao lado da liderança indígena e professora Lucila da Costa Moreira Nawa e do missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Roberto Antônio Liebgott. A mediação será conduzida pelo promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho. 

O objetivo do webnar, que teve início na terça-feira, dia 09, e termina hoje, é identificar as fragilidades estruturais que marcam o atendimento à saúde indígena do Estado e definir ações práticas para que os povos indígenas não sofram mais por falta de assistência. Além de procuradores, promotores de justiça, representantes de órgãos de gestão pública, pesquisadores e professores, o encontro reúne diversas lideranças indígenas, que destacaram os gargalos de atenção à saúde indígena nas diferentes regiões de Mato Grosso.

O webinar é promovido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT.

Na abertura do evento, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria Especializada, destacou o caráter do evento como instrumento de escuta ativa e crítica. “Este espaço funciona como uma escuta para que possamos compreender, com profundidade, os gargalos da saúde indígena, que muitas vezes se mantêm por interesses econômicos que não podem se sobrepor à vida”, afirmou. Ontem, segundo dia, o webinar aprofundou a escuta das demandas dos povos originários sobre deficiência no atendimento e no fornecimento de medicamentos.

Autor: Nadja Vasquez

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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