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Polícia Civil prende 3 pessoas por tráfico de drogas em Rondonópolis

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Três pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na tarde de terça-feira (18.11), no município de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), pelo crime de tráfico de drogas.

A ação foi realizada pela equipe da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, durante investigação para apurar o sumiço de Aparecido de Arruda Garcia, ocorrido no dia 11 de novembro deste ano.

Com os suspeitos, de 48, 25 e 24 anos, os policiais civis apreenderam quinze porções de maconha, além de materiais utilizados para o comércio de entorpecentes. O trio foi preso no bairro Vila Operária.

No decorrer das diligências para esclarecer o desaparecimento de pessoa, a equipe da DHPP de Rondonópolis localizou a motocicleta Honda NXR150 Bros de cor vermelha, que estava com a vitima quando ela desapareceu.

De acordo com a delegada da DHPP de Rondonópolis, Karla Peixoto, a droga apreendida trata-se de uma supermaconha conhecida como Ice (com concentrado de cannabis de alta potência sendo produzida a partir da flor da planta que são as partes com a maior concentração de tricomas).

“O produto final é um produto com uma altíssima concentração de THC, sendo ate mais viciante e com valor maior do mercado ilícito”, destacou a delegada Karla Peixoto.

Diante do flagrante os três suspeitos foram conduzidos até a delegacia, onde foram interrogados e autuados pelo crime de tráfico de drogas. Após a confecção do autos, os presos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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