Mato Grosso

Operação Lei Seca termina com oito condutores presos em Várzea Grande

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A Operação Lei Seca realizada entre a noite de sábado (22.11) e a madrugada deste domingo (23), em Várzea Grande, terminou com a prisão de oito pessoas. As abordagens ocorreram na Avenida Couto Magalhães, na região central da cidade.

Do total de presos, sete foram por embriaguez ao volante e um por entregar veículo a pessoa não habilitada.

Ao todo, foram aplicadas 99 multas e removidos 48 veículos, sendo 32 carros e 16 motocicletas.

Das infrações de trânsito confeccionadas, 30 foram por conduzir veículo sem registro ou não estar licenciado, 21 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 20 por conduzir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 13 por recusa ao teste de alcoolemia e 15 por infrações diversas.

Na ação, 139 veículos foram fiscalizados, dos quais 61 foram autuados. Também passaram pelo teste de alcoolemia 144 pessoas.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBM), da Polícia Penal, do Sistema Socioeducativo e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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