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PF apreende mais de R$ 160 mil em espécie, durante pagamento para policial

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Três Lagoas/MS. A Polícia Federal apreendeu, nesta sexta-feira, 28/11, cerca de R$ 160 mil no momento em que um ex-policial, envolvido em crimes de contrabando, efetuava pagamento para um policial da ativa.

A diligência se iniciou com o recebimento de denuncia anônima de que uma mulher sacaria uma grande quantia para pagar proprina a um policial, em decorrência do envolvido no crime de contrabando e possível favorecimento.

A Polícia Federal realizou pesquisas e diligências para verificar a veracidade da informação, constatou a existência de vários registros criminais por contrabando e descaminho em desfavor da pessoa indicada pelo noticiante. Identificou-se, também, que seu marido era ex policial, além de que também contava com registros criminais pela prática do delito de contrabando e de descaminho.

Diante disso, a PF acompanhou a possível situação e verificou que, de fato, o saque em espécie ocorreu e, no momento da entrega do dinheiro ao policial, abordou os envolvidos.

Os indivíduos presos poderão responder pelos crimes de corrupção passivas, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul

Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova regras gerais para o diagnóstico precoce de câncer de pulmão no SUS

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece diretrizes nacionais para o rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta tem como objetivo reduzir as taxas de mortalidade e aumentar a sobrevida dos pacientes por meio da detecção antecipada da doença, que é a principal causa de morte por câncer no Brasil.

Para a autora do projeto, deputada Flávia Morais, a medida é urgente devido ao impacto econômico e social do diagnóstico tardio, que eleva custos assistenciais e causa perdas significativas de produtividade.

Texto aprovado
Foi aprovada a versão do relator, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), que ajustou a proposta original – Projeto de Lei 2550/24, da deputada Flávia Morais (PDT-GO) – para adaptar o texto à legislação já existente.

O substitutivo estabelece como diretrizes o desenvolvimento de ações educativas, a capacitação permanente de profissionais de saúde, o uso de estratégias de saúde digital e o estímulo à busca ativa de grupos de alto risco na atenção primária.

A principal mudança em relação à proposta original é a flexibilização dos critérios técnicos no texto da lei. Enquanto o projeto recomendava especificamente a realização anual de tomografia computadorizada de baixa dose para indivíduos de alto risco entre 50 e 80 anos, o substitutivo aprovado removeu esse detalhamento operacional.

A intenção, segundo o relator, é evitar o “engessamento” da prática médica e permitir que as ações a serem adotadas simplesmente sigam protocolos clínicos e processos de incorporação de tecnologias em saúde do Ministério da Saúde.

O texto também prevê a integração das ações de identificação precoce com programas de cessação do tabagismo, em consonância com a Política Nacional de Controle do Tabaco.

Próximas etapas
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para se tornar lei, o texto precisa da aprovação da Câmara e do Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

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