Polícia Federal

PF discute ações de combate à criminalidade e desinformação nas eleições de 2026 em seminário do TSE

Publicado em

Polícia Federal

Brasília/DF. A Polícia Federal destacou, durante o Seminário da Justiça Eleitoral, nesta terça-feira (27/1), as ações de segurança, de comunicação e de enfrentamento à desinformação para as eleições de 2026. O evento teve início na data de hoje e segue até 29 de janeiro, com foco no fortalecimento da integridade do processo eleitoral e no combate à desinformação durante o pleito.

A abertura do seminário contou com a participação do Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e da presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia. Durante o evento, o diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da Polícia Federal (DICOR/PF), Dennis Calli, e o diretor de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal (DCIBER/PF), Otavio Margonari Russo, palestraram sobre os desafios das eleições de 2026, com foco na criminalidade, na segurança e no mundo digital.

Em discurso de abertura, a ministra e presidente do TSE ressaltou que é dever garantir o combate à desinformação e assegurar que o processo eleitoral ocorra de forma transparente, seguro e legítimo, formalizando cada decisão. A ministra também destacou a colaboração da Polícia Federal no apoio às eleições, ao cumprir seu papel no combate à criminalidade, tranquilizando candidatos e candidatas, eleitores e eleitoras, além de atuar contra a disseminação de desinformação durante o pleito.

Na ocasião, o Diretor-Geral da Polícia Federal destacou os principais desafios no combate à desinformação e à criminalidade durante as eleições, bem como o papel da instituição em garantir absoluta segurança para que candidatos e eleitores possam exercer seu direito ao voto com tranquilidade. O dirigente também ressaltou o cumprimento, por parte do órgão, de ações operacionais e de trabalhos investigativos conduzidos com independência e autonomia, os quais resultaram em avanços significativos.

O diretor destacou três eixos de atuação que serão implementados para garantir a segurança da população e para assegurar que todos os candidatos possam realizar suas campanhas de forma livre e segura. Ele também ressaltou a utilização, pela instituição, de tecnologia e da integração de bases de dados para atuar de maneira eficiente, a fim de garantir o respeito aos preceitos legais.

O seminário terá duração de três dias, com palestrantes especialistas focados no combate à criminalidade e no fortalecimento da segurança durante as eleições de 2026.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
E-mail: [email protected]
Contato: (61) 2024-8142

Fonte: Polícia Federal

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

Pivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”

Publicados

em

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não descartou a possibilidade de ter ocorrido um boicote dentro do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) em meio à crise de abastecimento enfrentada pelo município. Questionado sobre a hipótese, Pivetta afirmou que já presenciou diferentes situações na autarquia, mas evitou apontar possíveis responsáveis.

“A gente já viu de tudo lá, tá? Já vimos de tudo lá, mas nós vamos vencer. O importante é que o interesse da população vai prevalecer”, afirmou o governador.

A declaração ocorre em meio à tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de Várzea Grande de enfrentar os problemas históricos do sistema de abastecimento. A crise também ganhou contornos políticos após episódios envolvendo a administração do DAE e a troca de integrantes da direção da autarquia.

Entre os episódios que aumentaram a pressão sobre o departamento está a divulgação de um vídeo no qual o então diretor Rogerinho Dakar aparece com uma mala contendo dinheiro. O caso provocou questionamentos sobre a gestão do DAE e ampliou o desgaste em torno da estrutura responsável pelo abastecimento da cidade.

Apesar dos problemas, Pivetta afirmou que as medidas adotadas pelo Estado já começaram a apresentar resultados. Segundo o governador, 14 poços que estavam desativados foram recuperados, permitindo uma produção aproximada de 700 mil litros de água por hora. As ações teriam beneficiado cerca de 20% dos moradores que enfrentavam problemas de abastecimento.

O governador, no entanto, afirmou que ainda existem dificuldades para identificar a origem de todos os problemas no sistema.

“O grande problema lá é o mistério que existe debaixo das ruas que precisa ser conhecido. E nós estamos lá mapeando isso”, explicou.

Pivetta disse que equipamentos e materiais já foram adquiridos para ampliar as ações, mas parte dos itens ainda não chegou por se tratar de produtos importados. Por enquanto, segundo ele, o trabalho tem se concentrado na recuperação de estruturas existentes e na reativação de poços.

As ações fazem parte da “Aliança pela Água”, acordo firmado entre Governo do Estado, Prefeitura de Várzea Grande, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso. O objetivo é buscar uma solução para os problemas estruturais do DAE e evitar medidas mais drásticas para a gestão da autarquia. O TCE já havia apontado um cenário de endividamento superior a R$ 315 milhões e suspeitas de irregularidades administrativas.

Pivetta reconheceu que ainda há um longo caminho pela frente.

“Cerca de 20% da população que sofria com a falta de abastecimento de água já tem água. Temos 80% para vencer ainda”, afirmou.

Apesar de admitir a possibilidade de boicote, o governador não apresentou evidências de que a prática tenha ocorrido nem indicou quem poderia estar envolvido. A declaração, portanto, mantém a hipótese no campo da suspeita enquanto as autoridades avançam na apuração e nas medidas para tentar normalizar o abastecimento em Várzea Grande.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA