Cuiabá

Centro Médico Infantil de Cuiabá supera meta e ultrapassa 7 mil atendimentos em menos de dois meses

Publicado em

Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, segue comemorando os resultados expressivos do Centro Médico Infantil (CMI). Entre os dias 19 de dezembro de 2025 e 13 de fevereiro de 2026, a unidade já contabilizou 7.069 atendimentos médicos, consolidando-se como uma das principais referências da rede municipal para o atendimento pediátrico.

Somente no primeiro mês de funcionamento, o CMI havia registrado 3.733 atendimentos médicos. Agora, com pouco menos de dois meses de atividade, o volume praticamente dobrou, mantendo uma média mensal superior a 3,5 mil atendimentos, número que segue quase cinco vezes acima da meta inicial, estimada em cerca de 800 atendimentos por mês.

O levantamento também aponta que a maior parte da demanda continua concentrada em crianças de 0 a 2 anos, reforçando o papel estratégico da unidade no cuidado com a primeira infância.

Para a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, o desempenho confirma a efetividade do modelo adotado.

“Esses números mostram que o Centro Médico Infantil veio para suprir uma necessidade real da população. Superar a meta mensal de forma contínua demonstra que a estrutura, a equipe e o planejamento estão dando resultado. Estamos garantindo mais agilidade, qualidade e acolhimento no atendimento às nossas crianças”, destacou.

Desde a inauguração, o CMI tem contribuído diretamente para a reorganização dos fluxos de atendimento pediátrico, reduzindo a sobrecarga nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas portas de urgência e emergência.

Para garantir o funcionamento da unidade e da rede de apoio, cerca de 450 profissionais foram mobilizados, entre médicos pediatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontopediatras, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, recepcionistas e equipes administrativas.

Ao todo, 35 médicos pediatras reforçam diretamente a estrutura do CMI, somando-se aos profissionais que atuam nas Unidades de Saúde da Família (USFs), Centros de Especialidades Médicas (CEMs), UPAs, setores de regulação e UTIs Pediátricas.

Localizado em área anexa ao antigo Hospital e Pronto-Socorro Municipal, na Avenida General Valle, o Centro Médico Infantil recebeu investimento de R$ 11,8 milhões, com obras retomadas em janeiro de 2025 dentro do processo de reestruturação da saúde pública municipal.

A unidade conta com:

– 28 leitos;

– Seis consultórios médicos;

– Salas vermelha, amarela e verde;

– Sala de inalação e curativos;

– Laboratório e sala de procedimentos;

– Área de isolamento;

– Farmácia e Núcleo Interno de Regulação;

– Consultório odontológico;

– Setor administrativo e áreas de apoio.

Um dos diferenciais é o atendimento odontológico pediátrico 24 horas, inclusive para crianças com necessidades especiais, além da ambientação lúdica, pensada para tornar o atendimento acolhedor.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF

Publicados

em

Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.

“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.

A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.

“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.

A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.

A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.

“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.

“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.

A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA