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PF apreende 80 kg de drogas e prende 9 pessoas no Aeroporto de Guarulhos/SP

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Guarulhos/SP. A Polícia Federal realizou ações de fiscalização no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos entre os dias 20 e 23/2, que resultaram na apreensão de aproximadamente 80 kg de drogas e na prisão de 9 pessoas.

Durante as atividades de controle migratório e inspeção de bagagens, com o apoio de sistemas de inteligência, foram identificadas situações em que passageiros tentavam embarcar ou desembarcar portando substâncias ilícitas, totalizando cerca de 20 kg de cocaína apreendidos em diferentes modalidades de ocultação.

Ainda no período, dois cidadãos estrangeiros, que desembarcaram de voo vindo dos Estados Unidos, foram presos transportando 58 kg de haxixe em suas bagagens. A droga estava distribuída em malas rígidas e foi detectada após inspeção por equipamento de raio-X e por verificação manual.

Em outra frente de atuação, a PF foi acionada pela Receita Federal após a identificação de encomendas internacionais suspeitas contendo derivados de cannabis sem autorização sanitária. O material foi apreendido e encaminhado para investigação.

A PF também cumpriu dois mandados de prisão, um por condenação relacionada ao tráfico de drogas e outro por inadimplemento de pensão alimentícia.

Comunicação Social da Polícia Federal em Guarulhos/SP
E-mail: [email protected]
Tel.: (11) 2445-2212
Instagram: @pfsaopaulo

Fonte: Polícia Federal

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Pivetta admite possibilidade de boicote no DAE e diz que “já viu de tudo”

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) não descartou a possibilidade de ter ocorrido um boicote dentro do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) em meio à crise de abastecimento enfrentada pelo município. Questionado sobre a hipótese, Pivetta afirmou que já presenciou diferentes situações na autarquia, mas evitou apontar possíveis responsáveis.

“A gente já viu de tudo lá, tá? Já vimos de tudo lá, mas nós vamos vencer. O importante é que o interesse da população vai prevalecer”, afirmou o governador.

A declaração ocorre em meio à tentativa do Governo do Estado e da Prefeitura de Várzea Grande de enfrentar os problemas históricos do sistema de abastecimento. A crise também ganhou contornos políticos após episódios envolvendo a administração do DAE e a troca de integrantes da direção da autarquia.

Entre os episódios que aumentaram a pressão sobre o departamento está a divulgação de um vídeo no qual o então diretor Rogerinho Dakar aparece com uma mala contendo dinheiro. O caso provocou questionamentos sobre a gestão do DAE e ampliou o desgaste em torno da estrutura responsável pelo abastecimento da cidade.

Apesar dos problemas, Pivetta afirmou que as medidas adotadas pelo Estado já começaram a apresentar resultados. Segundo o governador, 14 poços que estavam desativados foram recuperados, permitindo uma produção aproximada de 700 mil litros de água por hora. As ações teriam beneficiado cerca de 20% dos moradores que enfrentavam problemas de abastecimento.

O governador, no entanto, afirmou que ainda existem dificuldades para identificar a origem de todos os problemas no sistema.

“O grande problema lá é o mistério que existe debaixo das ruas que precisa ser conhecido. E nós estamos lá mapeando isso”, explicou.

Pivetta disse que equipamentos e materiais já foram adquiridos para ampliar as ações, mas parte dos itens ainda não chegou por se tratar de produtos importados. Por enquanto, segundo ele, o trabalho tem se concentrado na recuperação de estruturas existentes e na reativação de poços.

As ações fazem parte da “Aliança pela Água”, acordo firmado entre Governo do Estado, Prefeitura de Várzea Grande, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso. O objetivo é buscar uma solução para os problemas estruturais do DAE e evitar medidas mais drásticas para a gestão da autarquia. O TCE já havia apontado um cenário de endividamento superior a R$ 315 milhões e suspeitas de irregularidades administrativas.

Pivetta reconheceu que ainda há um longo caminho pela frente.

“Cerca de 20% da população que sofria com a falta de abastecimento de água já tem água. Temos 80% para vencer ainda”, afirmou.

Apesar de admitir a possibilidade de boicote, o governador não apresentou evidências de que a prática tenha ocorrido nem indicou quem poderia estar envolvido. A declaração, portanto, mantém a hipótese no campo da suspeita enquanto as autoridades avançam na apuração e nas medidas para tentar normalizar o abastecimento em Várzea Grande.

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