Polícia
Operação da Polícia Civil mira facção criminosa que atuava com tráfico e homicídios em Cáceres
Polícia
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (27.4), a Operação Codinomes, para cumprir 22 ordens judiciais contra membros de uma facção criminosa que atua na região de Cáceres cometendo crimes de tráfico de drogas e homicídios.
Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, em Cuiabá, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação célere e favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres.
A investigação da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira iniciou em julho de 2025 e identificou cerca de 35 pessoas que estavam associadas em estrutura hierarquizada, com clara divisão de tarefas, com a finalidade de cometer tráfico de drogas e crimes violentos no município de Cáceres.
Durante a investigação, apurou-se que a facção criminosa possuía pelo menos 32 pontos de comercialização de drogas em Cáceres e as atividades eram gerenciadas por pessoas que estão reclusas no sistema penitenciária. Uma delas é uma mulher conhecida como “Princesa”, que foi alvo da “Operação Coroa Quebrada” e possuía a função de gerente regional.
No mesmo sentido, investigados reclusos no sistema penitenciário repassavam determinações aos integrantes da facção criminosa em liberdade para realizar o monitoramento de pessoas, em tese, vinculadas a uma facção rival.
O grupo mantinha um sistema rigoroso de vigilância territorial, onde membros enviavam vídeos e fotos dos bairros para monitorar a presença policial e de rivais.
Codinomes
O nome da operação, Codinomes, foi escolhido devido ao fato de que os alvos alteravam constantemente os apelidos com o objetivo de não serem identificados.
A execução da operação foi realizada de forma conjunta entre a Polícia Civil, a Polícia Penal, a Polícia Militar – por meio do Bope, da Rotam, da Força Tática, do Raio e do 6º Batalhão – e do Exército Brasileiro, com o Comando de Fronteira Jauru/66º BIMtz, o que representa o trabalho integrado realizado na região em combate às facções criminosas.
A operação contou com apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres (Primeira Delegacia de Polícia de Cáceres, Derf, DEDM, DEA, Delegacia de Mirassol D’Oeste e Delegacia de São José dos Quatro Marcos), da GCCO, Draco de Cuiabá e Derf de Primavera do Leste.
Ao todo, 64 policiais civis, 40 militares, 15 penais e 23 militares do Comando de Fronteira Jauru do Exército participam da execução da operação.
Operação Pharus
A Operação Codinomes integra a Operação Pharus, iniciativa que compõe o programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Renorcrim
A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Polícia Civil prende irmãos por ameaças contra o próprio pai em Rondonópolis
A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, na última sexta-feira (24.4), a prisão em flagrante de dois homens, ambos de 33 anos, investigados pelo crime de ameaça praticado contra o próprio pai, um idoso de 60 anos.
A vítima compareceu à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, na manhã da sexta-feira, e relatou um histórico prolongado de violência no ambiente familiar.
Segundo o depoimento, há aproximadamente 15 anos o idoso vem sendo submetido a ameaças de morte e agressões psicológicas por parte dos filhos, ambos usuários de substâncias entorpecentes, que residem em uma casa localizada no mesmo terreno.
Ainda conforme o registro, o idoso convive com a esposa, que também seria alvo de maus-tratos quando presente na residência. A vítima informou possuir problemas de saúde decorrentes de um acidente vascular cerebral, o que resultou em aposentadoria por invalidez, tornando-o ainda mais vulnerável à situação.
No dia dos fatos, por volta das 10 horas, o idoso relatou ter ouvido gritos e barulhos de objetos sendo destruídos no interior da residência. Ao verificar a situação, encontrou os filhos danificando o imóvel, sendo então expulso do local sob ameaça de morte caso retornasse.
Após o ocorrido, buscou abrigo na casa de outro filho, que o orientou a procurar a delegacia. Consta ainda que um dos suspeitos teria encaminhado mensagem de áudio a um familiar reiterando as ameaças contra o pai.
Diante da gravidade dos fatos e das informações colhidas, a equipe policial, sob determinação da autoridade competente, iniciou diligências ininterruptas que culminaram na localização e prisão dos suspeitos no bairro Residencial Sítio Farias, em Rondonópolis.
Os detidos possuem antecedentes criminais, sendo que um deles faz uso de tornozeleira eletrônica e já foi preso anteriormente por crimes de roubo e tráfico de drogas. O outro já havia sido detido por episódios anteriores envolvendo o próprio pai, incluindo expulsão da vítima da residência e uso ilícito de entorpecentes.
Após a prisão, os suspeitos foram conduzidos à unidade policial, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
O delegado Vinícius Prezoto, titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis, reforçou a importância da denúncia dos crimes, especialmente aqueles praticados contra pessoas idosas.
“A atuação rápida das forças de segurança é fundamental para a proteção das vítimas e a responsabilização dos autores. Denúncias podem ser realizadas de forma anônima, garantindo o sigilo das informações e contribuindo diretamente para a efetividade das investigações”, afirmou o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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