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Primeira-dama defende incentivos a empresas de tecnologia em Cuiabá para impulsionar o agro

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A primeira-dama de Cuiabá e vereadora, Samantha Iris, defendeu na última sexta-feira (12), durante o Congresso Prefeitos do Agro 2025, realizado em Sorriso, a importância de preservar o direito à propriedade privada e de fortalecer o agronegócio mato-grossense. Samantha Iris e outras lideranças políticas do estado participaram do painel Mulheres na Política e o Futuro do Agro.

Apontando a existência de uma “dissonância” entre o governo federal e o Estado de Mato Grosso, Samantha, que representou a Prefeitura de Cuiabá no evento, sugeriu o diálogo como caminho para transformar a capital mato-grossense em um polo de soluções tecnológicas e de apoio ao desenvolvimento do estado.

“No âmbito municipal, especialmente em Cuiabá, temos um prefeito que tem muito orgulho em dizer que é o prefeito da capital do agro. Precisamos estabelecer na capital um verdadeiro ponto de apoio ao agronegócio do Mato Grosso, promovendo o diálogo entre todas as esferas de poder. Fortalecer o agro em Cuiabá é também fortalecer o interior e todas as cidades que movem a economia do estado”, opinou.

Segundo ela, tanto o Poder Executivo quanto o Legislativo podem incentivar, por exemplo, a implantação de empresas que trabalham com tecnologia, qualificação e tudo aquilo de que o agro precisa para se desenvolver. “Nossos produtores, às vezes, precisam de qualificação, de tecnologia, e têm que buscar fora, mas poderiam buscar em Cuiabá. Então, também cabe a nós, enquanto gestores e legisladores municipais, pensar nisso.”

Ela também destacou os desafios regionais e culturais enfrentados por cada cidade, e reforçou a importância da presença feminina na política, seja na proteção das crianças, na segurança da mulher ou na luta contra o feminicídio.

“Nosso papel como mulher é pensar em políticas para as mulheres e para as crianças, obviamente, porque nós, enquanto mulheres, sabemos: se os nossos filhos estão bem, a gente está bem para trabalhar e se desenvolver. Infelizmente, somos um estado que vive uma triste realidade de feminicídio e precisamos lutar contra isso também. Enquanto mulheres na política, conseguimos abranger muitas políticas públicas. É importante aproveitar o potencial de cada uma das mulheres em seus respectivos espaços”, finalizou.

Também acompanharam a agenda em Sorriso a diretora do Núcleo Primeira-Dama, Grasiele Monteiro Moraes; o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão; o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros; e o diretor de Equipamentos Turísticos, Fernando Sato.

#PraCegoVer

A imagem mostra a primeira-dama de Cuiabá e vereadora, Samantha Iris, os secretários Vicente Falcão e Fernando Medeiros, a diretora Grasiele e o diretor Fernando Sato, no evento Congresso Prefeitos do Agro 2025, realizado em Sorriso.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Câmara de Cuiabá aprova moção de repúdio contra indicação de Jorge Messias ao STF

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Luciéder Luz | Assessoria do vereador Dilemário Alencar 

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, durante a sessão desta quinta-feira (23), requerimento de autoria dos vereadores Dilemário Alencar (UB) e Rafael Ranalli (PL) de moção de repúdio à indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.

No requerimento, os parlamentares alegaram que, após parecer favorável emitido por Jorge Messias quando ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU), a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou a ADPF 1141, na qual permitiu a situação de morte de três bebês por dia no Brasil, desde maio de 2024.

“Enquanto 33 mil famílias esperam na fila de adoção, essa triste realidade de matança de bebês indefesos vem ocorrendo porque o ex-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, assinou parecer jurídico que endossou o posicionamento do ministro relator Alexandre de Moraes na ADPF 1141, que permitiu o aborto de bebês durante os nove meses de gestação. Por isso, a Câmara de Cuiabá repudiou o nome de Jorge Messias, que foi indicado pelo presidente Lula, para o STF. Essa indicação não pode prosperar”, disse o vereador Dilemário.

A aprovação da ADPF 1141 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) é uma ação no STF que suspendeu a Resolução 2.378/24 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a assistolia fetal para interrupção de gravidez acima de 22 semanas decorrente de estupro.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) havia proibido a assistolia fetal em razão da crueldade do método. O CFM considerou o fato de que o bebê, no último trimestre da gestação, é um ser humano formado.

“O CFM alertou que o correto é fazer o parto e entregar o bebê para adoção, e não praticar o assassinato. Mas o STF derrubou a proibição estabelecida pela resolução do CFM, dizendo que a morte do bebê no ventre materno é um elemento indissociável do direito da mulher de abortar”, relatou o vereador Rafael Ranalli.

A assistolia fetal é um procedimento feito por meio de uma agulha que atravessa o ventre da mãe, guiada por um ultrassom, para perfurar o ponto central do coração do bebê. Sem anestesia, o bebê sente a agulha entrar. E a agulha injeta cloreto de potássio no coração do bebê para matá-lo. O bebê sente uma dor fortíssima, equiparada à dor provocada por infarto no adulto, antes de morrer.

A assistolia fetal foi liberada até o momento do parto. E o mais absurdo é que o ministro Alexandre de Moraes proibiu punições a médicos que realizarem o procedimento de assistolia fetal.

“Estão fazendo esse tipo de procedimento com bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação. Bebês que já ouvem a voz da mãe, que colocam o dedinho na boca, que já sentem dor. É muita crueldade! O bebê pode tentar fugir da agulhada, se contorcer dentro do útero, mas não tem como escapar da picada mortal”, observou Dilemário.

“Eu jamais ficarei calado vendo esse tipo de atrocidade! E Jorge Messias, defensor de tamanha crueldade, pode se tornar ministro do STF, caso a indicação de seu nome seja aprovada pelos senadores. Isso não pode acontecer, pois quem defende a morte não pode decidir sobre a vida”, concluiu o vereador Dilemário Alencar.

A moção de repúdio será encaminhada pela Câmara Municipal para os três senadores de Mato Grosso e ao presidente do Senado Federal.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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