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Lucas do Rio Verde recebe nova edição do Chamada de Impacto

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Lucas do Rio Verde recebe, pelo segundo ano consecutivo, o programa Chamada de Impacto, uma iniciativa voltada à educação empreendedora que busca fortalecer pequenos negócios e estimular a economia local. A ação é realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade, em parceria com o Sebrae/MT e com a equipe do Impact Hub.

A aula inaugural aconteceu no dia 25 de agosto, no Sebrae/LRV, dando início a um ciclo de sete módulos presenciais e atividades práticas, que seguem até novembro, quando está prevista a formatura dos participantes. O programa oferece uma metodologia exclusiva de capacitação, voltada para empreendedores formais ou informais de qualquer segmento, com foco especial em pessoas em situação de vulnerabilidade social e com baixo ou nenhum acesso à informação.

Ao todo, serão 10 encontros presenciais, além de uma Feira de Negócios, programada para o início de novembro, quando os participantes poderão expor e vender seus produtos e serviços para a comunidade. Cada empreendedor terá ainda acesso a três sessões de mentoria coletiva on-line, com especialistas nas áreas de gestão, finanças, marketing e vendas. O ciclo será encerrado com a formatura e entrega de certificados, premiações e brindes.

O secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade, Danilo Messias, destacou a relevância da iniciativa.
“O Chamada de Impacto tem como público principal o pequeno empreendedor, aquela pessoa que abriu sua empresa mas nunca parou para pensar de fato sobre o negócio. Entre os inscritos temos pessoas que já atuam há algum tempo, outras que estão começando agora e até quem ainda tem a intenção de empreender. Esse é um programa específico para esse público, oferecido de forma gratuita graças à parceria entre Prefeitura e Sebrae, dentro do contrato do Cidades Empreendedoras e Sustentáveis. Tudo isso contribui para fomentar um ambiente de empreendedorismo e inovação em Lucas do Rio Verde”, explicou Danilo.

Representando o Impact Hub Cuiabá na aula inaugural, a líder de eventos Michele Di Domenico reforçou a expectativa positiva para a nova edição. “É uma satisfação para nós da equipe Impact Hub darmos o start da turma Chamada de Impacto 2025. Nossas expectativas para esses mais de 60 micro e pequenos empreendedores é que eles transformem seus negócios, aprendam a gerir de forma mais eficiente e alcancem resultados extraordinários.”

O programa Chamada de Impacto chegou a Lucas do Rio Verde em 2024. Somente no ano passado, foram mais de 70 pessoas impactadas, com 48 empreendedores certificados e um aumento na média de faturamento de mais de R$ 2 mil. Um impacto econômico territorial gerado pela turma de cerca de R$ 125 mil. Além da edição 2025, está prevista uma outra em 2026, fortalecendo o compromisso do Município em oferecer oportunidades de crescimento e inovação.

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Programação do VIII SIMAMCA encerra hoje (13) em Sinop com debates sobre conservação ambiental e ciência cidadã

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A Prefeitura de Sinop, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e em parceria com instituições de ensino e pesquisa, acompanha, hoje (13), o encerramento da programação do VIII Simpósio da Amazônia Meridional em Ciências Ambientais (SIMAMCA).

Com o tema “Conexões Amazônicas: Ciência, Biodiversidade e Sustentabilidade”, o evento – considerado o maior da área em Mato Grosso – reuniu, ao longo da semana, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e representantes de diversas instituições para discutir os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O encontro teve início na última quarta-feira (10), no Centro de Eventos Dante de Oliveira. Ao longo dos dias, foram promovidos debates sobre ciência, inovação, formação de recursos humanos, conservação ambiental, biodiversidade, mudanças climáticas, desenvolvimento regional, políticas públicas e integração entre instituições de pesquisa.

Para o coordenador do VIII SIMAMCA, Domingos Rodrigues, o evento tem papel estratégico. “Hoje o SIMAMCA é o maior evento de ciências ambientais do Estado de Mato Grosso. Cada ano ele tem uma temática diferente e, neste ano, trabalhamos as ‘Conexões Amazônicas’. Juntamos instituições que fazem pesquisa e formação de recursos humanos para fortalecer cada vez mais a região de Sinop com pesquisa de qualidade e expertise”, destacou.

Segundo ele, a posição estratégica de Sinop contribui para atrair pesquisadores e investimentos em ciência e tecnologia. “A região de Sinop, por essa pujança que tem, precisa cada vez mais unir a produção com a ciência e também com a tecnologia. O agronegócio é muito tecnológico e também depende das questões ambientais para manter sua produtividade”, acrescentou.

Cooperação científica

Entre os participantes da programação esteve o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Henrique Pereira, que destacou a relevância do simpósio para a integração científica na região amazônica. “O SIMAMCA é um seminário que abrange toda a região da Amazônia Meridional para o tema de ciências ambientais. Há uma forte relação entre essa temática, a região e a missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia”, afirmou.

Além da participação no evento, o dirigente também cumpriu agenda voltada ao fortalecimento da cooperação técnica e científica entre o INPA e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

O pesquisador do INPA, William Magnusson, ressaltou a importância da integração entre programas de pós-graduação e grupos de pesquisa. “Hoje em dia você não faz ciência individual. As mudanças no conhecimento vêm do trabalho em conjunto com muitas pessoas e pesquisadores de áreas diferentes. É só quando as pessoas comuns têm essas informações em mãos que a ciência, ou a atuação da ciência, vai avançar”, pontuou.

Último dia da programação

A programação deste sábado (13) inicia com uma palestra sobre ciência cidadã na Amazônia, conduzida pela professora Dra. Antonia do Socorro Pena da Gama, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) e do Instituto SAPOPEMA. A apresentação abordará aprendizados, desafios e oportunidades para a participação da sociedade na produção do conhecimento científico.

Na sequência, o professor Dr. Fabio de Oliveira Roque, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), discutirá a inclusão interseccional como princípio para programas de pesquisa em biodiversidade.

Outro destaque da manhã será a mesa-redonda voltada às ações de conservação na Amazônia, reunindo representantes de organizações, universidades e órgãos ambientais. O debate abordará experiências relacionadas à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, iniciativas de conservação e desenvolvimento sustentável promovidas pelo Imazon, os desafios das unidades de conservação da Amazônia Legal e as estratégias adotadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT) para fortalecer áreas protegidas na Amazônia mato-grossense.

Especialistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) apresentarão discussões sobre financiamento da pesquisa científica, biodiversidade, serviços ecossistêmicos e políticas públicas voltadas à ciência e à inovação.

Durante a tarde, a programação seguirá com uma mesa-redonda dedicada à relação entre conservação ambiental e turismo sustentável. Pesquisadores e especialistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso (Sebrae-MT) e do Escritório Nacional das Florestas (ONF) discutirão temas como observação de aves, utilização de borboletas e herpetofauna no ecoturismo, conservação de mamíferos amazônicos, biodiversidade e estratégias para fortalecer o turismo sustentável como ferramenta de desenvolvimento regional.

A última mesa-redonda do simpósio será dedicada aos povos originários, abordando a proteção dos territórios indígenas, os saberes tradicionais e a justiça socioambiental. O debate contará com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), além de lideranças dos povos Kuikuro e Rikbaktsa.

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