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A partir da próxima semana, Upinha da Zona Leste contará com a Sala Lilás

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Será inaugurada na próxima terça-feira, 30 de setembro, às 9 horas, o Espaço de Acolhimento Sala Lilás da Upinha da Zona Leste. O espaço, instalado na própria unidade de saúde visa ofertar um ambiente seguro e especializado para mulheres vítimas de violência. Nesse caso, a própria equipe de triagem será responsável por identificar mulheres que buscam atendimento, garantindo acolhimento especializado e com equipe multidisciplinar e oferta de atendimento psicológico.

A gestora da Secretaria da Mulher e da Família (Semfa) e primeira-dama do Município, Mara Fernandes, reforça que a psicoterapia é fundamental no processo de acolhimento e recuperação das vítimas.

Mara pontua que a instalação da sala atende à Lei Municipal nº 3.690, de 29 de maio de 2025. “A Sala Lilás é uma proposta do vereador Adir Cunico e ressalta a importância de mulheres em situação de violência ser atendidas em ambientes privativos e individualizados no Sistema Único de Saúde (SUS)”, pontua Mara. A secretária lembra que a lei municipal está em consonância com a Lei Federal nº 14.847/2024.

“É um avanço para o atendimento e cuidado com a mulher sorrisense e vem ao encontro do trabalho que realizamos com a criação da Semfa, uma pasta voltada exclusivamente ao cuidado com a mulher e consequentemente com a família”, destaca.

Mara destaca que a comunidade está convidada a participar da inauguração da Sala e destaca que “a partir de terça-feira os profissionais já estarão à disposição para atendimento”.

Sobre a Upinha

Vale lembrar que de segunda a sexta-feira o espaço atende como o PSF Novos Campos em horário comercial. E diariamente, das 18 horas às seis da manhã do dia seguinte, funciona como a Upinha da Zona Leste. Aos sábados, domingos e feriados permanece aberto 24 horas.

Serviço:

O que: inauguração Espaço de Acolhimento Sala Lilás

Local: Upinha da Zona Leste

Data e horário: 9 horas, dia 30 de setembro de 2025

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Estudantes participam de atividades em celebração à literatura

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Ao longo de duas semanas, a leitura ganhou vida de forma criativa e envolvente nas escolas e Cemeis do Município. Estudantes e educadores participaram de uma programação especial em homenagem ao Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, data que também marca o nascimento de Monteiro Lobato, referência da literatura infantil no Brasil, além das ações alusivas ao Dia Mundial do Livro, comemorado em 23 de abril. As atividades transformaram o ambiente escolar em um verdadeiro espaço de encantamento e faz de conta.

Mais do que celebrar essas datas, as ações tiveram como objetivo despertar, de forma leve e significativa, a criatividade e o interesse das crianças pelo hábito de ler. Para isso, foram realizadas exposições, contações de histórias, encenações teatrais e atividades multidisciplinares.

Professores e estagiários vestiram fantasias e deram vida aos personagens, proporcionando aos alunos uma verdadeira imersão no universo literário de forma lúdica e cheia de magia. O diretor da Escola Papa, Willian Bordin, avalia de forma positiva o engajamento dos estudantes nas atividades propostas, que têm na formação literária a base para o desenvolvimento pleno das competências dos alunos.

“Essas ações reforçam o nosso papel como educadores, que vai muito além da sala de aula. Ao conectar as diferentes áreas do conhecimento, provoca-se nas crianças o encantamento pela literatura, mostrando que elas são verdadeiras portas para novas descobertas. O entusiasmo demonstrado por elas nas atividades é a prova de que estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conectados com a cultura e o saber”, afirmou.

Para a secretária municipal de Educação, Adriana Reichert, o contato frequente com os livros contribui para o desenvolvimento da alfabetização, ao mesmo tempo que amplia a capacidade de comunicação e forma alunos mais reflexivos e participativos.

“O estímulo à leitura desde a infância é uma das experiências mais ricas na formação de uma pessoa. O mais legal de tudo é ver o protagonismo das próprias crianças. Durante as histórias, elas não ficam apenas ouvindo, mas também são convidadas a participar, recontar o que entenderam e até inventar novas versões inspiradas nas ilustrações e narrativas. É esse tipo de interação que faz a imaginação voar, melhora a comunicação e torna essa vivência algo que realmente faz sentido para elas”, enfatizou a secretária.

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