Sorriso
Residencial Mário Raiter passa a contar com uma horta comunitária
Sorriso
Com isso, programa se expande para outras 40 famílias e, até dezembro, 200 devem fazer parte da iniciativa
Um prato colorido e saboroso. Por mais que ainda haja alguma resistência em incluir verduras e legumes na rotina alimentar, fato é que, a partir do momento em que a alface, a cenoura e o tomate passam a fazer parceria com o arroz, o feijão, o ovo, ou alguma carne, a cor e o sabor passam a fazer parte da rotina.
Para estimular hábitos saudáveis, a Prefeitura de Sorriso entregou, nesta quarta-feira (1.º de julho), mais uma horta comunitária. Desta vez, os moradores do Residencial Mário Raiter foram contemplados com a oportunidade de poder produzir alimentos fresquinhos para o próprio consumo.
“Para nós, a horta comunitária representa muito mais do que um espaço para plantar alimentos. Ela é um projeto que fortalece a união da comunidade, incentiva a alimentação saudável, promove o cuidado com o meio ambiente e cria oportunidades de participação dos moradores”, destaca a presidente da Associação de Moradores do Residencial Mário Raiter. “É uma conquista muito esperada pelo nosso bairro e desejo que seja um espaço bem cuidado, produtivo e que beneficie toda a comunidade por muitos anos”, reitera.
Esta é a quarta horta comunitária de Sorriso. As outras três, detalha o biólogo Wellington Rubim, o popular “Abacate”, estão localizadas no Residencial Nova Aliança, e nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) dos bairros São José e São Domingos. Integrante da Secretaria de Assistência Social (Semas) e responsável pela manutenção das hortas comunitárias, Abacate destaca que atualmente, com as três hortas que já estão “plantadinhas”, estão sendo atendidas 105 famílias, mas ainda há lastro para atendimento de até 120 famílias.
Mas como funciona isso? É simples, cada família tem um espaço na horta, e recebe todo o apoio técnico, bem como os insumos (sementes, mudas e adubos, por exemplo ) para poder mexer na terra e garantir o suprimento de hortaliças para o dia-a-dia. Junto às hortaliças, complementa o biólogo, com a horta “consorciada”, as plantas medicinais também ocupam espaço no canteiro. Além de servirem para os chás, um gostinho especial no chimarrão, ou mesmo um saborzinho diferente no bolo ou na comida, as medicinais ainda exercem um papel importante: inibir a presença de insetos e demais pragas que podem colocar em risco as verduras. “Elas são repelentes naturais”, explica.
Secretária de Assistência Social, Daniela Marsola Stel adianta que uma horta comunitária também está sendo preparada no Jardim Amazônia. “A expectativa é de finalizarmos 2026 com 200 famílias atendidas, tendo a possibilidade de ter uma alimentação mais saudável, agregar renda ao orçamento, com a venda do excedente e, mais que isso, descobrindo a importância da convivência, da partilha e da cooperação”, completa.
“É um programa social importante, as famílias levam comida para a mesa, produzidas por elas mesmas e podem, inclusive, ter uma renda extra com o excedente”, aponta o prefeito Alei Fernandes, destacando que o programa de Hortas Comunitárias segue em expansão. No Mário Raiter, 40 famílias podem se cadastrar para poder desfrutar do espaço de convivência e produção compartilhada. “Comer bem representa mais saúde e, cada vez mais, precisamos pensar em cuidar da saúde, prevenindo assim o surgimento de doenças”, reforça o gestor.
Em sua fala, o prefeito também destacou outros avanços importantes para a Zona Leste, como a recente inauguração de duas unidades escolares, uma estadual e outra municipal, além das obras de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para toda a região.
Sorriso
Em nova expansão, coleta seletiva chega a 88% de Sorriso
Nova rota começa a valer a partir da semana que vem e já contempla bairros que estão em fase de ocupação
Em time que está ganhando… a gente mexe mais um pouquinho para ter uma vitória de goleada! Pois é: a partir da semana que vem, a coleta seletiva será ampliada em Sorriso. Com a disponibilização de uma nova rota, outros 25 bairros passarão a contar com a coleta seletiva porta a porta feita pela Prefeitura, via Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra).
“Ao todo, vamos chegar a 88% da cidade atendida e nossa meta é universalizar ainda em agosto”, antecipa o titular da pasta, Milton Geller, destacando que a nova rota de coleta passa a contemplar outros 25 bairros, alguns recém-liberados para construção.
O diretor de Saneamento Básico e Sustentabilidade da Sintra, Diogo Martins, destaca a importância de o novo itinerário já contemplar bairros que ainda estão em fase de ocupação urbana. “Já deixamos as rotas dimensionadas, garantindo assim que as famílias que forem habitar estes bairros possam desfrutar da coleta seletiva, que é uma ferramenta de cuidado ambiental, geração de renda a partir de resíduos, e mais que isso, uma nova forma de viver, primando pelo consumo consciente e pela reciclagem”.
Ainda não tem o saco de ráfia? Os itens podem ser acondicionados em caixas de papelão ou sacos plásticos, desde que não se confundam com lixo doméstico.
Quais resíduos podem ir para a reciclagem? Embalagens de plástico, papel, papelão, metal (alumínio, ferro, cobre), sacos plásticos, isopor, e embalagens tetra pak (caixinhas de suco e leite).
Ah, mas e o vidro? Ele não é reciclável? Opa! É sim. Mas para não trazer risco às pessoas que atuam na coleta seletiva, as embalagens de vidro devem ser levadas aos ecopontos. “É importante ressaltar que todos as embalagens precisam estar totalmente livres de resíduos”, lembra o diretor.
É importante dispor os resíduos bem cedinho, antes das 7h, facilitando assim a coleta. “Em alguns locais, o horário é diferente, como no Morada do Bosque, mas aí, nestes casos, as equipes de campo fazem a orientação direta aos moradores”.
Inclusive, Diogo faz o convite para que a comunidade dos novos bairros atendidos abra as portas para a equipe de Educação Ambiental, devidamente uniformizada, que passará orientações sobre a coleta e fará a entrega dos sacos específicos, bem como do material orientativo.
Confira o novo roteiro da coleta seletiva:
Segunda-feira: Bela Vista; Rota do Sol; São Mateus; Industrial 1 (da Avenida Lions Club até à Tangará); Industrial 2; Jardim Primavera; Jardim Bela Vista; Vitória Régia; Parque Universitário e Taiamã 1;
Terça-feira: Parque dos Poderes; Atlantis Almaclara; Monte Líbano 1 e 2; Santa Clara 1 e 2; Jardim Amazônia; Novos Campos; Industrial 1 (da Avenida Lions Club até a MT-242); Recanto dos Pássaros; Parque das Araras; Porto Seguro e Benjamin Raiser;
Quarta-feira: Ilha do Coral; Jardim Carolina; Belvalle; São José: Serra Dourada; Jardim Itália; Morada do Sol; São Francisco; Jardim Ocidental; Estrela do Sul; Boa Esperança 1 e 2; Fraternidade; Morada do Bosque 1, 2 e 3; Alphaville; Village 1 e 2; Villa Romana; e Santa Bárbara;
Quinta-feira: Cristo Rei, Jardim Girassois, Pinheiros 2 e 3; Ilha das Flores; Jardim Liberdade; Ilha Bela; Taiamã 2; Centro-Norte; Vila Bela; São Domingos e Jardim das Acácias;
Sexta-feira: Jardim Paraíso; Topázio; Jardim Guarujá; Porto Alegre; Centro-Sul; Jardim Alvorada; Jardim Europa; Novo Horizonte 1, 2 e 3; Nova Aliança e Bom Jesus;
Sábado: Jardim Aurora; Colinas; Flor do Cerrado; Jardim das Américas; Santa Mônica; Mário Raiter; Juscelino Kubitschek; Nova Prata; Terra Brasil; Brasil Norte; e Santa Maria 1 e 2.
Preste atenção na diferença entre as coletas
Coleta de Resíduos Volumosos: Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim. O calendário da coleta de volumosos pode ser acessado neste link.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana. Como esta coleta não contempla ainda todos os bairros da cidade, estes itens também podem ser levados aos ecopontos.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo úmido, que destina ao aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Ecopontos
Ecoponto não é Lixão! No ecoponto, só podem ser colocados os seguintes itens: embalagens de plástico, papel, papelão, metal (alumínio, ferro, cobre), sacos plásticos, isopor, embalagens tetra pak (caixinhas de suco e leite), e vidro. Todos os recicláveis devem estar sem resto de alimentos, e, no caso, do vidro, deve ser colocado com cuidado para evitar acidentes na coleta.
Na Zona Leste, há um ecoponto no Residencial Mário Raiter, ao lado da Escola Municipal Flor do Amanhã e na Praça da Integração.
Na Zona Oeste, o ecoponto está disponível na Avenida Noêmia Tonello Dalmolin, na esquina com a Rua dos Pepalônios.
Na Zona Sul, há um ecoponto na frente do Centro de Eventos Ari José Riedi.
Tem alguma dúvida sobre a limpeza urbana? Entre em contato com o 66 99603 7730.
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