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Carimbó completa 11 anos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

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O carimbó surgiu no estado do Pará e é fruto de forte influência indígena, africana e europeia. O ritmo surgiu no século XV e o nome vem da palavra curimbó, um tambor utilizado pelos povos originários.

A dança do carimbó é realizada em pares e marcada por movimentos giratórios. Os mestres do carimbó são figuras centrais na difusão desse gênero musical tão querido pelos paraenses. São artistas fundamentais para a história e preservação dessa manifestação cultural.

Um dos maiores destaques neste segmento é o Pinduca, também conhecido como Rei do Carimbó, que modernizou o ritmo com instrumentos elétricos e bateria. O Carimbó vive nos quatro cantos do Pará, seja pelos caminhos arenosos, pelas ruas de rios, do Marajó à região do Salgado, no Nordeste do Estado, da região Sudeste ao Tapajós.

Apesar de ter sido criado no Pará, o movimento se estendeu para o Rio de Janeiro, que inclusive instituiu o Dia Municipal do Carimbó.

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Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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