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Com quase 140 filmes, Mostra de Cinema de Tiradentes começa hoje

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Começou nesta sexta-feira (23) a Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais. O evento inaugura o calendário audiovisual brasileiro deste ano com quase 140 filmes em pré-estreia. A programação é gratuita.

São quase três décadas da Mostra de Cinema de Tiradentes, que chega com o tema “Soberania Imaginativa” em nove dias de evento. A cerimônia de abertura homenageia a atriz, roteirista e diretora fluminense Karine Teles, conhecida por papéis em filmes como “Bacurau” e “Que horas ela volta?”. O cineasta Júlio Bressane também é celebrado nos seus 80 anos, com a pré-estreia mundial de “O Fantasma da Ópera”, curta-metragem dirigido por ele, em parceria com Rodrigo Lima.

Programação

No Largo das Forras, praça central de Tiradentes, o cinema ao ar livre exibe 29 filmes, entre longas e curtas, em sessões seguidas de bate-papos com realizadores. Entre os filmes estão: “Querido Mundo”, de Miguel Falabella; “O Último Episódio”, de Maurílio Martins; e “Pequenas Criaturas”, de Anne Pinheiro Guimarães.

A edição de número 29 da mostra traz um panorama do cinema brasileiro contemporâneo, com quase 140 filmes de 23 estados: 43 longas-metragens e 93 curtas, todos em pré-estreia. Além das sessões, há debates, shows, atividades formativas e de mercado, voltadas para profissionais do audiovisual, estudantes, críticos e público em geral. Entre os temas das oficinas estão a criação de personagens, direção de fotografia, roteiro para animação e trilha sonora.

Dentro da programação também está o Seminário do Cinema Brasileiro, com discussões sobre curadoria, criação e política cultural, e o 4º Fórum de Tiradentes, como um espaço de reflexão e proposição para o cinema nacional. Há ainda a Mostrinha, voltada para o público infantil.

O encerramento da Mostra de Cinema de Tiradentes ocorrerá no dia 31 de janeiro, com a exibição de “Copacabana, 4 de Maio”, de Allan Ribeiro, documentário sobre o show de Madonna no Rio de Janeiro em 2024.


Fonte: EBC Cultura

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Olodum completa 47 anos com festa na Bahia

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Fundado em 25 de abril de 1979, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador (BA), o Olodum se consolidou como um dos maiores representantes da cultura baiana e afro-brasileira.

Os 47 anos dessa referência cultural terão celebração à altura. A programação começa nesta quarta-feira (22) e segue até o próximo domingo (26) com uma série de atividades: visitas guiadas, atividades formativas, lançamento de materiais pedagógicos, inauguração de novo espaço cultural e, claro, apresentação do Olodum no Largo do Pelourinho.

Um dos destaques da agenda de aniversário é o anúncio, na sexta-feira (24), a partir das 10h, na sede do grupo, do tema do Carnaval 2027 e do calendário de ações até os dias da folia do ano que vem. No mesmo dia, será inaugurado oficialmente o Estúdio Fela Kuti, um novo espaço voltado para a produção artística e audiovisual da instituição.

A sexta-feira ainda abre espaço para o relançamento das cartilhas do Kit Revoltas Negras, com publicações dedicadas a episódios marcantes da história brasileira, como a Revolta de Búzios, dos Malês, da Chibata e de Zumbi dos Palmares, além de um novo kit pedagógico voltado ao ambiente escolar.


O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho
O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho

O Olodum participou da recepção da Tocha Olímpica no Pelourinho – Sayonara Moreno/Agência Brasil

No domingo, a partir das 15h, acontece o ensaio especial do Olodum, aberto ao público, celebrando os 47 anos de trajetória no Largo do Pelourinho.

 Além do bloco e da banda, o Olodum também atua como ONG e centro de atividades culturais de caráter sócio-comunitário. O espaço promove o desenvolvimento de projetos em parceria com os governos municipal, estadual e federal, vários deles ligados à educação, cultura, cidadania e letramento racial. O grupo também é integrado por ramificações de teatro, um centro digital e de memória.

A palavra Olodum é de origem yorubá e, no ritual do candomblé, significa “Deus dos Deuses” ou “Deus maior” Olodumaré. Não representa um orixá, mas o Deus criador do Universo.

As cores do grupo formam a base do Pan-africanismo, Rastafarianismo e do Movimento Reggae: a cor verde representa as florestas equatoriais da África; o vermelho é o sangue da raça negra; o amarelo, o ouro da África; o preto é o orgulho da população negra e o branco, a paz mundial.
 


Fonte: EBC Cultura

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