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Em Tiradentes, MG, Festival Artes Vertentes reúne música e arte

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Começa nesta quinta-feira a 14ª edição do Festival Artes Vertentes, que reúne música, artes visuais, artes cênicas, literatura e cinema na cidade de Tiradentes em Minas Gerais.

Neste ano, o evento se norteia pelo tema “Entre as margens do Atlântico”, e propõe reflexões sobre as histórias das Américas e dos continentes africano e europeu. A programação faz parte da temporada da França no Brasil, que busca aproximar os dois países por meio da cultura.

O festival tece um diálogo entre as atrações artísticas e a arquitetura histórica de Tiradentes, como os concertos que ocupam as igrejas da cidade, exposição coletiva com obras de artistas brasileiros e estrangeiros, além de palestras e programações literárias e de artes cênicas. O curador e diretor artístico do festival, Luiz Gustavo Carvalho, destacou algumas atrações desta edição, como a primeira encenação da Ópera Poeira e os shows de André Mehmari e Tiganá Santana.

Além de Tiradentes, a programação se estende às cidades de São João del Rei e Bichinho, com mostras de cinema que discutem memória, ancestralidade e resistência. Entre os filmes selecionados, está o documentário “Frantz Fanon – Pele Negra, Máscara Branca” sobre vida e obra do pensador revolucionário da Martinica que completaria cem anos.

O Festival Artes Vertentes segue até 21 de setembro e a maior parte da programação é gratuita. Mais detalhes no site artesvertentes.com.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Literatura indígena ganha destaque na Flip 2026

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A´UWÊ,  A´UWÊ,  A´UWÊ!  VIVA MARIA se vale desta saudação indígena que significa  povo verdadeiro ou gente de carne e osso para saudar a presença indigena na Flip 2026. Falo de  Daniel Munduruku e Jama Wapichana que juntos participam desta nossa edição de hoje! Sejam muito bem-vindos! 

 Daniel Munduruku e Jama Wapichana participam do Café literário, cujo  tema trata das “Cosmologias da palavra: literatura como memória e futuro”. No evento  Daniel Munduruku e Jama Wapichana prometem  refletir sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, o Café literário vai abordar a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.

Serviço : dia 26/07 – domingo – às 11h.
Sobre os palestrantes:

Daniel Munduruku (SP) – Escritor indígena, educador e ativista cultural. Autor de mais de 60 livros, é uma das principais referências da literatura indígena no Brasil, com atuação decisiva na valorização das narrativas originárias e na formação de novos leitores.

Jama Wapichana (RR) – Escritor, músico e contador de histórias do povo Wapichana. Desenvolve trabalhos de literatura indígena voltados à infância e juventude, valorizando as cosmologias e saberes de seu povo por meio da palavra escrita e da oralidade.refletem sobre a literatura como espaço de transmissão de saberes, preservação da memória e construção de futuros. A partir das narrativas indígenas, a mesa aborda a força da palavra como forma de resistência cultural e de afirmação de identidades no mundo contemporâneo.


Fonte: EBC Cultura

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