Cultura
Prefeitura do RJ desiste de museu na casa do filme “Ainda estou aqui”
Cultura
A Prefeitura do Rio de Janeiro desistiu de transformar em museu a casa que serviu de cenário para o filme “Ainda estou aqui”, vencedor de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. A confirmação veio do prefeito Eduardo Paes.
A ideia do projeto, anunciado em março, era transformar o local na Casa do Cinema Brasileiro, um espaço dedicado à história e à sétima arte.

Segundo Paes, a desistência ocorreu devido ao alto preço do imóvel.
O casarão, localizado na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, foi construído em 1938. Suas dependências foram o cenário principal das gravações do filme.
“Ainda Estou Aqui” retrata a história da família de Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva, que foi sequestrado e morto durante a ditadura militar brasileira. O filme é baseado na obra de mesmo nome do escritor e filho de Eunice Paiva, Marcelo Rubens Paiva.
Cultura
Maceió sedia Campeonato Brasileiro de Quadrilhas Juninas
Representantes de mais de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal, participam em Maceió, a partir de desta sexta-feira (24) até domingo (26), da 11ª edição do Campeonato de Quadrilhas Juninas, considerado o “Brasileirão” das quadrilhas. Mais de três mil quadrilheiros disputarão o título de melhor quadrilha do país no evento, promovido pela Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas e Grupos Folclóricos do Brasil.

A ordem das apresentações, que ocorrerão no Parque da Pecuária José da Silva Nogueira, no bairro do Prado, foi confirmada por meio de sorteio. Além da competição, os dias de evento contarão com apresentações de outras manifestações culturais, shows de forró e um espaço dedicado à gastronomia e ao artesanato regional.
Nesta sexta, o parque recebe a seletiva alagoana, que vai escolher as duas quadrilhas juninas que irão representar Alagoas no campeonato. Estão na disputa os grupos Sanfona do Rei, Gonzagão, Fazendinha e Luar do Sertão.
Disputa interestadual
A peleja interestadual será no sábado (25), a partir das 17h, e no domingo, começando uma hora mais cedo, às 16h. Os grupos entram no tablado para dançar e cantar os temas e histórias que cada quadrilha irá homenagear.
A “Inovação”, de São Paulo, por exemplo, apresenta o tema “Apocalipse – O Último São João”. O grupo faz uma reflexão sobre a perda das tradições, da memória e dos laços que unem o povo. Já os pernambucanos da “Raízes do Nordeste” trazem o tema “O Romance do Pavão Misterioso”, fazendo um mergulho musical pelo universo da literatura de cordel. A campeã brasileira em 2024, a Junina Garranxê, do estado de Roraima, faz uma homenagem ao povo potiguar da cidade de Mossoró. Com o tema “Resistência”, a quadrilha revive a coragem do povo mossoroense diante da invasão do bando de Lampião à cidade.
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